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14/05 - Amazon anuncia criação de 10 mil vagas no Reino Unido
Na véspera, gigante do comércio eletrônico já havia anunciado a contratação de mais 75.000 pessoas nos Estados Unidos e no Canadá. O gigante americano do comércio eletrônico Amazon anunciou, nesta sexta-feira (14), que criará 10.000 postos de trabalho no Reino Unido, graças, sobretudo, à abertura de novos centros de distribuição, para fazer frente ao auge da demanda com a pandemia. O grupo aumentará seu quadro de funcionários no país para cerca de 55.000 pessoas até o final do ano, conforme comunicado divulgado. Centro de distribuição da Amazon em Staten Island, em Nova York, nos EUA, em imagem de arquivo Brendan McDermid/Reuters Na véspera, a Amazon já havia anunciado a contratação de mais 75.000 pessoas nos Estados Unidos e no Canadá. "Estamos criando milhares de bons postos de trabalho em todo Reino Unido em uma ampla gama de funções com excelentes salários e benefícios", disse o diretor da Amazon no Reino Unido, John Boumphrey, citado no comunicado.
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14/05 - 4 empresas abrem vagas de emprego; veja lista
Ingredion, Peers Consulting, Grupo Movile e VLI são as empresas com seleções abertas. As empresas Ingredion, Peers Consulting, Grupo Movile e VLI estão com vagas de emprego abertas. Veja abaixo detalhes dos processos seletivos. Veja mais vagas de emprego pelo país Ingredion A Ingredion está com inscrições abertas para o Global Training for Operations Program (GTO Program), que tem como objetivo desenvolver jovens líderes para a área de Operações da multinacional. A edição de 2021 terá oito vagas para América do Sul. No total, são cinco oportunidades no Brasil, sendo três vagas com base de trabalho durante o primeiro ano em Mogi Guaçu/SP e duas em Balsa Nova/PR. As outras três vagas são em Cali, na Colômbia. As inscrições podem ser feitas até 17 de maio pelo link. O GTO Program realiza a sua primeira edição sulamericana para atrair talentos nas áreas de Engenharia, Melhoria Contínua, Produção Industrial, Confiabilidade/Manutenção Industrial, Qualidade, Segurança e Meio Ambiente, Logística, Planejamento de Demanda, Comércio Exterior e Compras. Entre os principais requisitos estão nível superior completo em Engenharia, Química, Administração, Gestão de Logística, Comércio Exterior e áreas correlatas; inglês fluente; perfil de liderança; mobilidade para viajar e se realocar durante os três anos de programa e aspiração por desenvolver uma carreira de liderança em operações industriais. O programa tem a duração de três anos e segue um modelo de rotação anual de base de trabalho, com oportunidade de alocação fora do país. As vagas para os participantes baseados no Brasil serão no modelo CLT (horário integral) com direito a benefícios como VT / Fretado para fábricas; VR ou restaurante no local de trabalho; plano médico e odontológico (inclui dependentes); auxílio medicamentos; seguro de vida; previdência privada; GymPass; ajuda de custo com moradia e realocação; custos educacionais de acordo com a grade do programa; custos de viagem de acordo com a grade do programa e remuneração compatível com o mercado (fixo e programa de remuneração variável). Peers Consulting A Peers Consulting está contratando 100 profissionais para projetos de diversos segmentos em todo o Brasil. Os principais cargos pretendidos são de Consultor Sênior, Líder de Time e Gerente de Engajamento. Os candidatos devem ter graduação em engenharia, administração, economia, matemática, ciências da computação e ciências exatas, além de experiência, de no mínimo 4 anos, em projetos/consultoria. Outros requisitos necessários são inglês avançado, disponibilidade para viagens e conhecimento em pacote office e desejável nas ferramentas BI (Qlick View, Tableau e Power BI). Para os cargos gerenciais, estão inclusos os benefícios de compra/aluguel de veículo, investimento em educação continuada e/ou MBA/pós-graduação, seguro de vida privado, além da relação básica de benefícios como vale-refeição, auxílio transporte e assistência médica integral para titular e dependentes. A consultoria também oferece incentivo financeiro mensal para prática de esportes e bem-estar, como academia, aluguel de quadra de tênis, participação em grupos de corrida, yoga, meditação, etc. Os colaboradores ainda têm direito a consulta anual com nutricionista e check-up em centros de referência. Os currículos podem ser enviados pelo link disponível no site da companhia. Grupo Movile O Grupo Movile tem 27 vagas abertas para posições de gerência e alta liderança, nas empresas Movile, MovilePay, Sympla, Zoop, PlayKids, Afterverse, iFood, e Mensajeros Urbanos. Profissionais de todas as regiões do Brasil e também em países da América Latina podem se candidatar. Dentre as vagas oferecidas, há posições para gerentes, coordenadores e algumas em nível de diretoria e para C-Level. Além de posições em tecnologia, há oportunidades para profissionais que atuam em áreas como vendas, marketing, recursos humanos, estratégia, finanças e outras. Todas elas são para home office por tempo indeterminado e grande parte das vagas terá a possibilidade de trabalho remoto definitivo. As vagas podem ser encontradas no site: http://www.movile.com.br/carreiras. VLI A VLI está com processo seletivo aberto para 14 vagas para jovens aprendizes de manutenção em Paulínia (SP). Podem se inscrever jovens com ensino médio completo; que morem em Paulínia, Campinas, Sumaré ou Hortolândia; e tenham disponibilidade para uma jornada diária de oito horas. O curso, específico para a área de manutenção ferroviária, será desenvolvido em parceria com o Senai. O período de aprendizagem tem duração de até dois anos e há chances de efetivação quando ele for concluído. Os interessados devem se inscrever pela página de carreira da empresa. Os selecionados terão uma bolsa no valor de R$ 1.100; cartão-refeição, vale-alimentação; vale-transporte e/ou ônibus fretado (dependendo da localização em que irá trabalhar); assistência médica e odontológica; Gympass (plataforma de academias, com foco em sua saúde e bem-estar); desenvolvimento profissional (por meio da Universidade Corporativa); cesta de Natal; além de uma rede de descontos em várias lojas, restaurantes, salões e outros.
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14/05 - WhatsApp impõe compartilhamento de dados com Facebook, mas tem exceção para a Europa
Aplicativo precisa dar opção 'opt-out' para usuários que não querem dividir informações com a rede social, que é dona do mensageiro, na União Europeia e no Reino Unido. Autoridades brasileiras pediram adiamento dos termos. WhatsApp terá nova política de privacidade a partir de 15 de maio. REUTERS/Thomas White A nova política de privacidade do WhatsApp, que prevê o compartilhamento de mais dados com o Facebook, dono do aplicativo, entra em vigor neste sábado (15). A mudança, que é válida para usuários de todo o mundo, causou repercussão negativa desde que foi revelada, em janeiro. Aplicativos concorrentes como o Telegram e o Signal foram baixados milhões de vezes desde que a notificação surgiu no WhatsApp e autoridades reguladoras de diversos países pediram esclarecimentos para a empresa. WhatsApp, Telegram e Signal: COMPARE os apps de mensagens Após anunciar as mudanças no começo do ano, a companhia deu pouco mais de um mês para que as pessoas aceitassem os novos termos, que são obrigatórios – exceto na União Europeia e no Reino Unido, onde o WhatsApp segue a legislação que determina que as pessoas têm o direito de escolha. Diante da resistência dos usuários ao redor do mundo, o aplicativo estendeu o prazo para maio, para que todos "tivessem mais tempo de entender a política". Mesmo com o adiamento da vigência, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o Ministério Público Federal (MPF) e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendaram, na última sexta-feira (7), que o app ampliasse essa data mais uma vez. O Brasil é o segundo maior mercado do WhatsApp e praticamente metade da população brasileira utiliza o aplicativo: são 120 milhões de usuários, segundo a própria empresa. O país só fica atrás da Índia, onde pelo menos 400 milhões de pessoas têm app instalado. Risco de desrespeito à LGPD Os órgãos brasileiros indicaram que os novos termos do WhatsApp poderiam representar violações aos direitos dos titulares de dados pessoais, que foram definidos pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em vigor desde setembro passado. Ao G1, Paulo Rená, professor de direito no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), explicou que um dos problemas com a nova política do WhatsApp é o fato de os usuários não terem outra opção senão aceitar o compartilhamento de dados com o Facebook. "Na LGPD, a pessoa poder dizer se aceita ou não cada um dos muitos tipos de tratamento dos dados. E o WhatsApp não está oferecendo isso", disse. WhatsApp e Facebook: ENTENDA o compartilhamento de dados A lei brasileira de proteção de dados prevê "aceites obrigatórios", mas em situações em que essa condição é imprescindível para o funcionamento de um serviço. "Não há necessidade desse tratamento [de dados] pra que o aplicativo continue funcionando, é uma opção comercial da empresa. Deveria, portanto, ser uma opção live para os clientes", afirmou Rená. O WhatsApp disse que "está em contato com as autoridades competentes e continuará prestando as informações necessárias sobre a atualização". Seis perguntas sobre a nova política de privacidade do WhatsApp Exceção na Europa Quando o WhatsApp anunciou a primeira grande mudança nos termos de privacidade, em 2016, as pessoas de todo o mundo podiam negar a troca de dados com o Facebook. No entanto, elas tiveram apenas 30 dias para aproveitar essa opção. Novas contas não podiam escolher. Por outro lado, a opção de não autorizar o compartilhamento, também conhecida como "opt-out", foi mantida na Europa. Na União Europeia e no Reino Unido, o WhatsApp segue um conjunto de regras diferente do restante do mundo, por causa da lei de proteção de dados local, a GDPR, que serviu como base para a criação da versão brasileira. Flora Rebello Arduini, representante da ONG internacional Sum of Us, dedicada aos direitos dos consumidores, disse isso não foi conquistado "de graça". "O exemplo europeu mostra que uma atuação contundente das autoridades faz com que as empresas respeitem os direitos dos cidadãos", disse Arduini. "O Facebook trata os brasileiros como cidadãos de segunda classe, comparado como tratam os usuários europeus", afirmou, se referindo ao fato de o Brasil ter uma legislação de proteção de dados parecida com a da União Europeia, mas que, segundo ela, não está sendo respeitada. Com exceção da Europa, os usuários de todo o mundo não tem a opção impedir o compartilhamento dos dados entre as empresas. Outros países, como a Índia, estão discutindo regras como as que estão previstas nas legislações europeia e brasileira, mas elas ainda não foram aprovadas. O G1 perguntou ao WhatsApp por que os usuários na União Europeia possuem opções diferentes, e o app disse que "está sujeito a leis e obrigações diferentes ao redor do mundo, incluindo a União Europeia". "A empresa respeita as leis de todos os países em que atua e segue comprometida com a privacidade de seus usuários". Preocupações com a concorrência Além de indicarem possível desrespeito à lei de proteção de dados, as autoridades brasileiras demonstraram preocupação com aspectos concorrenciais da mudança no WhatsApp. "Existe essa dominância de mercado. Com o compartilhamento de dados do WhatsApp com o Facebook a preocupação aumenta", disse Arduini. "Isso é importante para a sociedade, porque são nossos direitos fundamentais. Nossa vida é regida pelos dados que fornecemos. As grandes empresas de tecnologia vivem e sobrevivem coletando informações, reutilizando ou vendendo [por meio de publicidade]", afirmou. Os novos termos do aplicativo preveem que dados gerados em interações com contas comerciais, como as de lojas que atendem pelo WhatsApp, poderão ser utilizados pelas empresas para direcionar anúncios no Facebook e no Instagram – redes que pertencem à mesma companhia. SAIBA MAIS: Quais dados o WhatsApp compartilha com o Facebook? "O Facebook não comprou o WhatsApp por US$ 22 bilhões à toa. Eles sabiam do potencial dessa plataforma e para recuperar esse dinheiro eles teriam que monetizar de alguma forma", afirmou Arduini, da ONG Sum of Us. Recentemente, o aplicativo liberou a opção de transferir dinheiro entre os usuários por uma plataforma mediada pelo Facebook. Repercussão no exterior Mesmo com a opção de "opt-out" na Europa, as autoridades locais têm exigido mais transparência do Facebook e do WhatsApp sobre a nova política. A autoridade de privacidade da Alemanha ordenou que o Facebook pare de coletar os dados de usuários do WhatsApp, segundo a agência Bloomberg. O regulador afirmou que a tentativa de as empresas fazerem com que os usuários aceitem os novos termos é ilegal. No Reino Unido, o órgão de privacidade local enviou no começo do ano uma carta pedindo mais informações sobre a nova política. A Itália também pediu esclarecimentos. A Índia solicitou, em janeiro, que o WhatsApp cancelasse os novos termos e, em março, abriu uma investigação, sob acusação de violações das leis de concorrência. A Turquia também investiga o WhatsApp por abuso de poder econômico. "Não basta somente sinais e recomendações, precisamos garantir que as recomendações das autoridades sejam seguidas", disse Arduini. "Não podemos tirar do nosso foco é que o compartilhamento de dados continua sendo ilegal, não deve ser realizado agora, nem nunca. Como estão fazendo e respeitando no continente europeu. Não tem o porquê os brasileiros terem esse compartilhamento feito", completou. O que acontece se eu não aceitar os termos? Na última sexta (7), o WhatsApp detalhou o que vai acontecer com as as contas que não derem o aval para a nova política de privacidade até o dia 15 de maio. Segundo o aplicativo, nenhuma conta será apagada e o aplicativo vai continuar funcionando na data. Porém, aqueles que não tiverem concordado com os novos termos irão ver um lembrete com mais frequência e, com o tempo, irão deixar de ter acesso a funcionalidades. SAIBA MAIS: Veja quais opções do WhatsApp podem ficar limitadas O aplicativo não detalhou em quanto tempo as restrições serão aplicadas. "A ideia é pegar ou largar. Isso, definitivamente, não é liberdade e nesse aspecto está em desacordo com a LGPD", disse o professor de direito Paulo Rená.
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14/05 - Projeções para o PIB de 2021 melhoram, mas retomada depende de vacinação acelerada, dizem economistas
Indicadores de março e abril mostram que o impacto da segunda onda do coronavírus tem sido menor do que se esperava. Economistas que projetavam retração no 1º trimestre revisam estimativas para cima. A queda menor do que a esperada da atividade econômica em março tem levado economistas e analistas das instituições financeiras a revisarem para cima as projeções para o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil para o 1º trimestre e para o ano – mas o otimismo ainda é moderado, e tem condições. Confiança empresarial sobe em abril após 6 quedas consecutivas, aponta FGV Atividade industrial sobe 6,5% no 1º trimestre e segue acima do patamar pré-pandemia, diz CNI O resultado de março do IBC-Br do Banco Central, por exemplo, foi melhor do que a expectativa do mercado. O recuo foi de 1,59% na comparação com fevereiro, ante estimativa de contração de 3,75%. Com o resultado, o índice encerrou o primeiro trimestre de com alta de 2,3% na comparação com o 4º trimestre de 2020. "O resultado do IBC-Br surpreendeu. A expectativa era de uma queda maior em março, quando a segunda onda da Covid-19 obrigou estados e municípios a fecharem novamente o comércio e os serviços não essenciais", destacou a equipe da GO Associados. Estimativas para o PIB do 1º trimestre Economia G1 Na avaliação do mercado, o impacto econômico da segunda onda do coronavírus está sendo mais moderado do que o observado na primeira onda e indicadores de abril têm surpreendido positivamente. Com isso, diversos economistas que até então projetavam retração no 1º trimestre passaram a estimar crescimento e a enxergar sinais de melhora nas perspectivas para o ano. Os números oficiais do PIB do primeiro trimestre serão divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) somente em 1º de junho. De acordo com a última pesquisa Focus do Banco Central, a média das projeções do mercado é de um crescimento de 3,21% para o resultado do PIB em 2021. Parte dos analistas, no entanto, já estima uma alta ao redor de 4%. Novas projeções A MB Associados revisou nesta quinta-feira (13) sua projeção para o PIB do 1º trimestre para alta de 0,2%, contra a expectativa anterior de queda de 0,4%. Para a base de comparação com o mesmo trimestre do ano passado, ajustou de 2,6% para 3,2%. "Há uma resiliência na economia neste começo do ano, com uma paralisação muito mais moderada do que vimos ano passado. Os impactos que poderia ocorrer em abril e março foram menores do que se imaginava", afirma Sergio Vale, economista-chefe da consultoria MB Associados. A economista Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), também passou a descartar o risco de queda do PIB no 1º trimestre. "Estamos revisando os números para cima. Não será mais negativo no primeiro trimestre. Era -0,2% no boletim passado e deve ficar em torno de 0,3%. Para o ano há um viés para cima", afirma Matos, lembrando que a projeção para o ano era até então de alta de 3,2%. A GO elevou sua projeção de crescimento do PIB no 1º trimestre de 0,24% para 0,6%, e para 2021, de 3,20% para 4%. O banco Modalmais agora projeta alta de 0,7% no 1º trimestre e de 4,1% em 2021. Pelos cálculos da instituição, o setor de serviços teve crescimento de 1% nos 3 primeiros meses do ano e a agropecuária avançou 0,8%, enquanto que a indústria recuou 0,3%. Na segunda-feira, a XP revisou as suas projeções para o PIB do Brasil em 2021, avaliando que a economia vem se normalizando mais rápido do que o esperado com o avanço da vacinação. A instituição passou a estimar alta de 0,3% no 1º trimestre e de 4,1% no ano. "A nova rodada de programas de sustentação da economia e um cenário externo benigno, com manutenção do ciclo de alta das commodities, devem sustentar a retomada da atividade econômica no segundo semestre", avaliou Caio Megale, economista-chefe da XP. Governo reedita medidas para conter efeitos econômicos da pandemia; veja o que já foi anunciado Sardenberg analisa o resultado da prévia do PIB de 2021 Risco de retração no 2º trimestre e incertezas para o ano Apesar da melhora nas previsões, permanece a visão de que a economia não escapará de uma retração no 2º trimestre, na comparação com os 3 primeiros meses do ano. A XP projeta uma queda de 0,4%, enquanto que a MB estima uma contração de 1,2%. "A boa notícia é que da mesma forma que o primeiro trimestre apresentou bons resultados, o segundo trimestre, que tem a base de comparação catastrófica da pandemia ano passado, também tende a apresentar resultados melhores", destaca Vale. O indicador econômico IGet apontou que o comércio varejista cresceu 8,8% em abril, conseguindo se recuperar das perdas de março, além de recorde no número de transações com cartões de débito e crédito entre os dias que antecederam a comemoração do Dia das Mães. Para Felipe Sichel, estrategista-chefe do banco Modalmais, o processo de reabertura gradual da economia tende a contribuir para uma recuperação da atividade daqui para frente. "O risco central para o final do segundo trimestre permanece em torno da pandemia, que dá sinais de estabilidade na quantidade de novos casos", avaliou. Silvia Matos destaca que a mobilidade no final do mês de abril já voltou ao patamar pré-segunda onda e com uma maior heterogeneidade setorial, o que traz perspectivas positivas para o emprego e para o PIB, mas destaca também o cenário de maior pressão inflacionária e de alta da taxa básica de juros. "Não só no Brasil, mas no mundo também tem havido surpresas positivas de crescimento, mesmo sem superar totalmente a pandemia. No entanto, estas surpresas positivas vem com uma nova rodada de preços de commodities e também com surpresas inflacionárias", afirma. Permanece entre os economistas, porém, o consenso de que uma retomada mais consistente, sobretudo do setor de serviços, continua dependendo do controle da pandemia e de uma vacinação mais acelerada. "Com a demora na vacinação, os riscos de uma terceira onda não podem ser descartados, o que poderia afetar particularmente o terceiro trimestre. De qualquer maneira, por ora os sinais são positivos para a economia e tende a ser difícil crescer abaixo de 3% este ano", afirma Vale. Em 2020, no primeiro ano da pandemia, a economia brasileira tombou 4,1%, registrando a maior contração desde o início da série histórica atual do IBGE, iniciada em 1996, o que levou o Brasil a sair da lista das 10 maiores economias do mundo.
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14/05 - 45% já esconderam de pessoas próximas que estavam desempregados, diz pesquisa
49% dos entrevistados disseram que estar sem trabalho é uma desvantagem na hora de buscar uma oportunidade, mostra levantamento do LinkedIn. Desemprego Reprodução / TV Globo Levantamento do LinkedIn mostra que 45% dos entrevistados já esconderam o fato de estarem sem trabalho de alguma pessoa próxima. Deste total, 55% dizem que mentiram por vergonha e 27% por acreditar que isso diminuiria as suas chances de conseguir um novo emprego. Apesar deste cenário, 7 em cada 10 concordam que, como consequência dos desafios que a pandemia trouxe para o mercado de trabalho, há menos estigma negativo associado ao desemprego atualmente. O estudo, realizado com 2 mil profissionais desempregados no Brasil entre outubro e novembro de 2020, mostra ainda que 49% se sentem em desvantagem em relação a outros candidatos na hora de aplicarem para uma vaga. “Temos uma forte cultura no Brasil em que o desemprego é, muitas vezes, considerado como uma consequência do desempenho do profissional e não devido à falta de oportunidades do mercado. Por isso, muitos tendem a esconder este fato com receio de não conseguirem se recolocar. O levantamento nos surpreendeu e mostrou a necessidade de mudar este viés inconsciente tanto do ponto de vista do profissional, quanto das empresas. Em outros países, como França e Reino Unido, não ter um trabalho fixo é encarado com mais naturalidade”, afirma Ana Claudia Plihal, Executiva de Soluções de Talentos para o LinkedIn. Quando perguntados sobre sua situação atual de busca de emprego, 36% dos entrevistados afirmam estarem estressados e preocupados por não encontrar algo novo, 30% estão confusos por não terem retorno das empresas e 17% dizem se sentirem derrotados por terem sido rejeitados nestes processos. Além disso, quase metade (48%) do total já deixou de se candidatar em até 5 oportunidades de emprego que desejavam porque sentiram que não tinham as habilidades necessárias. Durante este período de desemprego, 41% afirmaram terem feito cursos gratuitos para aumentarem seus conhecimentos, 38% disseram estar trabalhando informalmente e 29% passaram a um formato de freelancer ou emprego temporário como alternativa de renda.
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14/05 - Lançado há seis meses, PIX soma R$ 1 tri em transações e responde por metade das transferências
Sistema desenvolvido pelo Banco Central e que permite pagamento instantâneo respondeu em abril por 51% das transações bancárias. BC estuda uso do PIX mesmo sem conexão com internet. Seis meses após ter sido lançado, o PIX, sistema que permite transferências e pagamentos instantâneos, soma mais de R$ 1 trilhão em transações e já responde por mais da metade das transferências bancárias, mostram dados do Banco Central. O desempenho, que surpreendeu técnicos do BC, desenvolvedor da ferramenta, pode crescer ainda mais nos próximos meses, quando novas funções entram em operação. Entre essas funções, estão o PIX saque e o PIX troco, que vão, respectivamente, permitir que clientes façam saques em dinheiro ou então obtenham troco em moeda após pagamento por uma mercadoria com uso do PIX, por exemplo. "Essa é uma funcionalidade que vai trazer muitos benefícios à população, principalmente às pessoas que vivem nas periferias das grandes cidades, onde as redes de ATM [caixas eletrônicos] não estão tão presentes, e nas pequenas cidades também", diz Ângelo Duarte, chefe do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central. Duarte informou ainda que a instituição trabalha para que o sistema passe a fazer transações "offline", ou seja, sem que o cliente esteja conectado à internet. O objetivo é permitir que brasileiros sem acesso permanente à rede também tenham condições de aderir ao PIX. Números do PIX De acordo com o Banco Central, o PIX respondeu, em abril, por 51% de todas as transações bancárias do país. Foi a primeira vez que o sistema instantâneo foi utilizado em mais da metade dessas operações. Os outros 49% das transações foram feitas via TED, DOC, boleto bancário e cheque. Esse dado, portanto, não inclui as operações feitas por cartão de crédito, por exemplo. Ainda segundo o Banco Central, cerca de 1/3 dos brasileiros adultos já utilizaram o PIX ao menos uma vez. No total, entre novembro de 2020 e abril de 2021, os bancos cadastraram 404 milhões de usuários para uso do PIX. A maior parte deles (94%) são pessoas físicas. Nesse período de seis meses, foram cadastradas 1,007 bilhão de chaves, que permitem o uso do PIX. Apenas no mês de abril de 2021 foram 230,6 milhões de chaves cadastradas, sendo: CPF - 72,5 milhões Número de celular - 51,034 milhões email - 33,670 milhões CNPJ - 4,658 milhões Chaves aleatórias - 68,7 milhões Ainda de acordo com o Banco Central, a maior parte das transações são feitas entre pessoas físicas. Do total de 410 milhões de transações realizadas apenas em abril, 313,5 milhões (76,5%) foram entre duas pessoas. Quando considerado o volume financeiro, as transações entre pessoas físicas também são maioria, mas a diferença é menor. Em abril, dos R$ 272,9 milhões em operações, R$ 115,9 milhões foram entre duas pessoas e, outros R$ 97,8 milhões, entre duas empresas. O diretor-executivo de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Leandro Vilain, aponta que o PIX tem contribuído para aumentar o número de brasileiros com conta bancária. E que o sistema permite que pequenos comerciantes e trabalhadores informais tenham acesso ao dinheiro de suas vendas de maneira imediata, mesmo aos finais de semana. "Um profissional que anteriormente trabalhava no sábado e domingo e precisava receber esse pagamento em dinheiro porque não tinha como esperar até segunda-feira, agora o contratante do serviço dele, o patrão ou empregador dele, pode efetivamente pagar em PIX e ele recebe imediatamente", disse Vilain. Entenda como mandar e receber dinheiro pelo Pix Fraudes À medida que o PIX avança e ganha milhões de usuários, cresce também a preocupação com a segurança das operações. O Banco Central diz que o sistema é seguro. "Não existe fraude no PIX, nos sistemas do PIX. O que existe, de fato, são aquelas tentativas de obter dados bancários, dados pessoais das pessoas através do envio de SMS, de email. São tentativas de fraude que usam o PIX nesse momento porque o PIX está muito em evidência", aponta Ângelo Duarte, do Banco Central. A Febraban também ressalta a segurança nas operações com o PIX, mas diz que melhorias estão sendo implementadas. "Estamos ainda melhorando o processo de comunicação, ressarcimento de recursos em caso de cancelamento da transação. Então, tem aqui várias funcionalidades que estão sendo melhoradas, mas eu diria que são absolutamente normais em um processo dessa dimensão", disse Leandro Vilain, que ressaltou ainda a melhoria nos processos de comunicação e prevenção de fraudes. Especialista em direito bancário e mercado financeiro, Leandro Vilarinho Borges diz que os usuários precisam ter cuidado em fazer transferências e pagamentos, mas que o PIX é um sistema confiável. "O que a gente observa no dia a dia são fraudes, são pessoas tentando aplicar golpes usando o PIX, mas que não necessariamente é uma violação do sistema do PIX, mas sim usam de situações corriqueiras, do cotidiano para aplicar golpes. Como, por exemplo, usando um perfil falso de um familiar, pedindo uma transferência pelo PIX. Então, atenção aos golpes, mas confiança de que o PIX é muito seguro", disse.
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14/05 - Menor nível de chuvas em 91 anos obriga governo a preparar plano para evitar falta de energia
Grupo que envolve representantes de três ministérios, Ibama e Agência Nacional de Águas fez primeira reunião nesta quinta (13). Plano deve ser apresentado em 15 dias. O governo federal criou uma sala de crise e deu início à discussão de um plano de ações para preservar água nos reservatórios das principais hidrelétricas e, com isso, evitar o risco de escassez de energia. Essas ações começaram a ser debatidas por um grupo que inclui representantes dos ministérios de Minas e Energia, Desenvolvimento Regional e Infraestrutura, além de órgãos como Agência Nacional de Águas (ANA) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A primeira reunião aconteceu nesta quinta-feira (13). O plano de ações deve ser apresentado em 15 dias e incluir medidas como redução da vazão de parte dos reservatórios, o que deve levar à suspensão temporária no tráfego de embarcações em algumas hidrovias, como a Tietê-Paraná. O motivo da mobilização do governo é a situação dos reservatórios de hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste, que respondem por mais da metade da capacidade de geração do país. Reservatórios de hidrelétricas estão com o nível de água abaixo de 50% O armazenamento de água nesses reservatórios atualmente é o menor para essa época desde 2015 e bem próximo do registrado em 2001, quando o país passou por um racionamento de energia. Essa situação é resultado da falta de chuvas nas duas regiões nos últimos meses. De acordo com o governo, o volume de chuva registrado desde outubro é o menor dos últimos 91 anos. O governo já ampliou nos últimos meses a geração de energia por termelétricas, usinas que funcionam a partir da queima de combustíveis como óleo ou gás natural. Essa medida permite reduzir a geração hidrelétrica e, consequentemente, poupar água dos reservatórios. Entretanto, a energia termelétrica é mais cara, e o aumento do uso já se reflete nas tarifas das contas de luz. Por isso, o governo identificou a necessidade de adotar novas ações para preservar água dos reservatórios ao longo do período seco, que vai de maio a outubro, e tentar evitar o risco de faltar energia em 2022. “Nós estamos já numa sala de situação com a participação de órgãos do governo, da ANA e Ibama, fazendo avaliação de como que a gente pode trabalhar para ter uma disponibilidade hídrica suficiente para a gente enfrentar esse período seco”, disse ao G1 a secretária-executiva do Ministério de Minas e Energia, Marisete Pereira. Segundo ela, a principal medida em discussão neste momento é a redução da vazão de parte dos reservatórios, o que levaria à queda no nível de água em alguns trechos de hidrovias e, por consequência, à suspensão do transporte de carga. “Nesse período que a gente vai utilizar uma menor vazão nesses reservatórios algumas atividades terão que ser avaliadas se de fato a gente vai precisar interromper. Por exemplo, a hidrovia Tietê-Paraná é uma das ações que a gente vai ter que avaliar como vai implementar”, disse Marisete Pereira. Ela afirmou, porém, que não está descartada a possibilidade da adoção de medidas que podem ter impacto no abastecimento das cidades ou irrigação de lavouras. “Pode até acontecer [impacto no abastecimento e irrigação]. Mas, a priori, a gente não tem ainda essa informação com muita clareza. O que nós vamos procurar fazer é utilizar essa menor vazão com o menor impacto possível para as pessoas”, informou. Falta de chuva deixa reservatórios das hidrelétricas com nível baixíssimo Gás natural Segundo a secretária-executiva, outra medida em estudo para enfrentamento da crise hídrica é o adiamento da manutenção programada para os próximos meses em termelétricas. A manutenção programada exige o desligamento temporário dessas usinas. O adiamento, portanto, garantiria uma oferta maior de geração. Também existe a possibilidade de se antecipar o início da operação de termelétricas. E de negociar uma maior compra de gás natural da Bolívia para ampliar o uso desse combustível nas térmicas disponíveis no país. “Dentro do nosso plano de ação também tem uma avaliação se poderíamos buscar uma quantidade maior [de gás da Bolívia]”, disse Marisete Pereira. “Não sei se a Bolívia tem essa disponibilidade. Temos esses 15 dias para consolidar essas ações adicionais que passarão a ser implementadas mais fortemente a partir de junho”, completou. De acordo com a secretária do ministério, o país vai precisar garantir energia para atender à demanda esperada com a retomada econômica esperada para 2022. Ela avalia como “desafiador” o atual momento no setor elétrico brasileiro e defendeu o “uso consciente” da energia no país.
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14/05 - Com vacinação eficiente, Chile vira 'observatório' para recuperação econômica do Brasil
Segundo o FMI, país andino deve crescer 6,2% em 2021; Chile é exportador de commodities e usa a mesma vacina que nós, mas tem como trunfos a imunização veloz contra o coronavírus e espaço nas contas públicas para novos estímulos econômicos. Crianças observam enquanto mulher é vacinada contra a Covid-19 em Santiago do Chile, em foto de 17 de março de 2021 Ivan Alvarado/Reuters/Arquivo Com campanhas de vacinação contra a Covid-19 em andamento em praticamente todo o mundo, os olhos se voltam agora aos indícios de retorno à normalidade. Para economistas, isso significa saber quando será possível uma volta segura ao trabalho, um crescimento da atividade econômica e volta ao patamar de criação de empregos. Para lamento dos brasileiros, quem deve capitanear esse processo na América Latina é o Chile. Na região, é o país andino que tem a vacinação contra a Covid-19 em estágio mais avançado. Até esta quinta-feira (13), 46,4% dos chilenos haviam tomado a primeira dose da vacina e 38,5% retornaram para a segunda rodada. Nesse ritmo, a meta do governo é ter 80% dos chilenos vacinados até junho. Chile avalia 'cartão verde' para incentivar vacinação contra Covid-19 O resultado se deve, principalmente, aos contratos firmados rapidamente pelo presidente Sebastián Piñera com uma porção de fabricantes de vacinas, antes mesmo do final de suas fases de teste. Essa antecipação fez o país ser atendido na frente dos demais latinos. O acordo com a Pfizer, por exemplo, foi firmado em setembro e o carregamento inicial de vacinas entregue em dezembro. O primeiro chileno estava vacinado antes do Natal. Para economistas e analistas políticos consultados pelo G1, apesar de o Chile passar, no momento, por uma severa segunda onda de contágios, os próximos meses do país serão um excelente observatório para o planejamento do Brasil em sua saída da crise. Além de o aumento de casos por lá demonstrar que medidas de contenção ainda serão necessárias por algum tempo, os dois países são dependentes do setor de serviços para a retomada do crescimento e grandes exportadores de commodities, que estão com preços em alta no mercado internacional. Não bastasse, a vacina mais utilizada hoje no Chile é a dominante também por aqui: a CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac. A efetividade da vacina no mundo real, portanto, também será acompanhada de perto pelos analistas brasileiros. Assista no vídeo abaixo: Chile foi o primeiro país da América Latina a iniciar a vacinação Chile é o primeiro país da América do Sul a começar vacinação anti-Covid Vislumbre de normalidade A advogada mineira Marcia Capanema foi vacinada no dia 4 de maio, aos 43 anos Arquivo pessoal Há 11 anos no Chile, a advogada mineira Marcia Capanema vive o benefício de ter ao seu redor um plano de vacinação avançado. Aos 43 anos, ela recebeu a primeira dose da CoronaVac no dia 4 de maio. Seu marido, que pertence aos grupos prioritários do Chile, está vacinado com duas doses há 1 mês. "A expectativa é retomar um pouco do convívio social com alguma segurança. Ir a um restaurante sem medo. Queria muito visitar meus pais, mas as viagens ao Brasil estão proibidas", conta. Na mesma semana em que ela começou sua imunização, a cidade de Belo Horizonte, onde nasceu, abriu a vacinação para quem tem 60 anos ou mais. Até esta quinta-feira (13), apenas 17,8% da população brasileira recebeu uma dose da vacina contra a Covid-19 e 8,8% foram imunizados por completo. É certo que não se pode desconsiderar o abismo populacional entre Brasil e Chile, visto que a população de 19 milhões de habitantes andinos é equivalente a 8% da brasileira. Mas, na corrida percentual, fez diferença a atitude de cada governo frente às vacinas. Chile afirma que Coronavac tem 80% de efetividade contra mortes por Covid e 89% contra casos graves O Chile firmou acordos de testes (e posterior preferência de compra) com Sinovac, AstraZeneca, Janssen e CanSino. Além disso, fez compra antecipada de vacinas da Pfizer e entrou como parte do consórcio Covax Facility. Até o início de maio, foram recebidas mais de 17 milhões de doses. Dessas, 16 milhões foram aplicadas. Ao todo, foram reservadas mais de 90 milhões de doses, mais de quatro vezes a população chilena. Nesta sexta-feira (14), o país atinge a faixa de adultos maiores de 35 anos em seu plano de vacinação. "O governo foi muito rápido em ouvir as universidades. Foram elas que intermediaram o contato com os fabricantes. Isso fez toda a diferença", afirma Marcia Capanema. Parcela percentual da população de cinco países que recebeu ao menos uma dose de vacina contra a Covid-19 Arte/G1 O Ministério da Saúde do Brasil, assim como o Chile, permitiu a realização de testes no país, mas não converteu a experiência em contratos firmados antecipadamente. A aposta brasileira foi centrada na vacina da AstraZeneca, produzida pela Fiocruz, e na fatia que viria do consórcio Covax Facility. Apenas em 2021 foram fechadas, por aqui, as compras de doses do Instituto Butantan, que produz a CoronaVac no Brasil, e da Pfizer, que teve seis ofertas ignoradas pelo governo em 2020. Em depoimento à CPI da Covid, o ministro Marcelo Queiroga disse que o país tem reservadas 430 milhões de doses. Nesta terça-feira (11), o governo anunciou a compra de mais 100 milhões de doses da Pfizer. Especialistas reiteram que o aparato do Sistema Único de Saúde (SUS) pode elevar bastante o ritmo de vacinados por dia assim que o Brasil tiver abastecimento adequado de doses. Mas, por ora, a previsão do Plano Nacional de Imunização é terminar os grupos prioritários apenas em setembro. VÍDEO: Queiroga afirma que há 430 milhões de doses de vacinas contratadas, além de outras 100 milhões acordadas Crescimento econômico O desenrolar da campanha de vacinação tornou inevitável o otimismo dos analistas. Para o Fundo Monetário Internacional (FMI), a retomada das atividades do Chile na segunda metade de 2021 possibilitará um crescimento de 6,2% da economia neste ano. As projeções são em cima de uma queda de 5,8% do PIB chileno em 2020, maior que o do Brasil, mas ainda abaixo da média da região da América Latina e Caribe (7%). No último relatório "World Economic Outlook", o fundo afirma que a vacinação contra a Covid-19 é fator primordial para a recuperação da economia global, que deve crescer, em média, 6%. A expectativa do FMI é de que países emergentes retomem os níveis de PIB pré-pandemia em 2023. Os economistas consultados pelo G1 entendem que o Chile, em específico, deve chegar a esse patamar ainda neste ano. FMI melhora projeções para a economia global, mas condiciona otimismo ao ritmo de vacinação O Brasil, por sua vez, tem previsões mais modestas. Depois da queda de 4,1% em 2020, a previsão do FMI para o país é de crescimento de 3,7% neste ano – e isso, se não houver grandes atrasos na vacinação. Em situação em que o plano de vacinação passe a acelerar, o FMI apontou que pode rever os números para cima. Para Gustavo Arruda, economista-chefe para análise da América Latina do banco BNP Paribas, o Chile sai favorecido nessa corrida pela recuperação com base em uma combinação de três fatores: alta do preço de commodities importantes para o PIB do país, vacinação acelerada para normalização do setor de serviços e consumo, e espaço fiscal para novos estímulos. O Chile é o maior produtor mundial de cobre, e o minério de exportação mais importante do país acumula alta de 105% em 12 meses, segundo medição da consultoria Economatica. As commodities também beneficiam o Brasil. A alta de preços de produtos como petróleo, soja e minério de ferro é representativa, mas, segundo Arruda, em proporção menor que a do Chile. O cobre, sozinho, representa quase 50% das exportações do país andino. Aço e minério de ferro têm novas máximas na China e analistas alertam sobre riscos de ajustes O Chile ganha frente, de fato, com a vacinação e plano fiscal. Ao fim de 2019, a dívida pública chilena era de apenas 27,9% do PIB, muito abaixo dos vizinhos latinos. Em 2020, com a pandemia em cena, chegou a 32,5%. No mesmo intervalo, o Brasil partiu de uma dívida de 74,3% para os 89,3% do PIB. A capacidade de criar novos estímulos à economia daqui em diante é limitada – a exemplo da retomada do Auxílio Emergencial em valores muito menores do que os R$ 600 de 2020. "Claro que não é desejável aumentar o patamar da dívida, mas o Chile pode fazê-lo com alguma tranquilidade. O Brasil, não. Mesmo quando é necessária alguma expansão de gastos, há muito barulho e reclamação", diz Arruda. Previsão de entregas de doses vacinas, em maio, caiu de 34,5 milhões para 32,9 milhões Estímulos chilenos O patamar de dívida do Chile foi, de acordo com os economistas, um respiro que possibilitou o aumento do gasto público para demandas sociais com menor pressão em fundamentos de estabilidade macroeconômica, mantendo juros baixos e inflação sob controle. "Foi a credibilidade do Banco Central chileno que proporcionou uma rápida diminuição dos juros do país, de 1,75% para 0,5% ao ano durante a pandemia, e a aprovação de estímulos diretos à economia", diz o economista Felipe Klein, analista de Chile do BNP Paribas. Além de uma redução especial de juros, o Chile seguiu a cartilha dos mais diversos países ao redor do globo: deu acesso facilitado a crédito e montou plano de transferências diretas de recursos. Jovens trabalhadores também tiveram reforço de renda. Classe média 'encolhe' na pandemia e já tem mesmo 'tamanho' da classe baixa Em medida semelhante ao Auxílio Emergencial brasileiro, o Chile criou o IFE (sigla em espanhol para "Ingresso Familiar de Emergência"), pago desde maio de 2020 e sem interrupção. Ao longo do tempo, o alcance do programa foi ampliado. Atualmente, domicílios dentro dos 80% mais vulneráveis do país estão elegíveis ao benefício, mas o valor do repasse é focalizado e depende do número de moradores e da renda familiar, seja formal ou informal. Há uma série de requisitos (inclusive de estágio epidemiológico e de isolamento necessário na região do beneficiário), que são reavaliados a cada parcela liberada. As faixas de pagamento aprovadas para maio vão de 100 mil a 759 mil pesos chilenos (entre R$ 740 e R$ 5,6 mil). Presidente Sebastián Piñera recebe segunda dose da vacina contra a Covid-19 no Chile, em março de 2021. Mandatário melhorou sua popularidade, mas perdeu força ao ir contra projetos populares de estímulo à economia. Sebastián Rodríguez/Presidência do Chile/Cortesia Em uma medida mais particular do país andino, foram autorizadas também três rodadas de saques de até 10% dos fundos de pensão. A medida foi proposta pela oposição no Congresso e chegou a sofrer represália do governo Piñera. Desde os anos 1980, a aposentadoria no Chile é feita por capitalização privada, e o cidadão só tem acesso aos recursos ao cumprir os requisitos de inatividade. Apesar de uma reforma recente, a regra é amplamente contestada há anos, porque os recursos de aposentadoria vieram abaixo do necessário para manutenção do padrão de vida dos idosos. A possibilidade de saque, portanto, foi tão bem aceita que o governo foi obrigado a ceder. Foram autorizadas rodadas entre junho de 2020 e abril de 2021. "Foi uma medida muito popular, patrocinada pela oposição, e que teve um impacto enorme: despejou US$ 32 bilhões na economia, cerca de 7% do PIB chileno", diz Klein, do BNP Paribas. Endividamento dos mais pobres cresce e volta a patamar recorde O Brasil aderiu a estímulos importantes, que não só seguraram a atividade como compensaram a perda de renda no país durante a crise. Além do Auxílio Emergencial, que despejou R$ 293 bilhões na economia e, segundo a consultoria Tendências, aumentou em 5,3% a massa de renda ampliada em 2020, o programa de preservação de empregos também teve serventia para segurar demissões. O desarranjo fiscal, contudo, paralisou os programas sociais na virada do ano, afastou a reentrada de investimentos estrangeiros e manteve o real desvalorizado. O apetite por produtos mais baratos em dólar reforçou exportações, e gerou, aqui dentro, desabastecimento e inflação. O Banco Central do Brasil passou a aumentar os juros, na necessidade de fazer frente ao aumento de preços – mesmo sem que a atividade econômica tenha retornado a patamares pré-crise. No último dia 5, o Comitê de Política Monetária realizou novo aumento da Selic, de 2,75% para 3,5%, segundo ajuste de 0,75 pontos percentuais para cima, com viés de nova alta. Copom indica que Selic deve subir de novo em junho, avaliam analistas Essas diferenças macroeconômicas foram mensuradas pelo economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale. Ele montou um "índice de vulnerabilidade" com dados do FMI e comparou 19 países emergentes. Entre as variáveis estão o crescimento do PIB, inflação, nível de dívida bruta, superávit primário, desemprego, taxa de poupança e investimento, conta corrente e o crescimento das exportações. Do melhor para o pior, o Chile foi o 10º colocado. O Brasil, 17º. O economista explica que a América Latina, como um todo, tem dificuldade de se transformar em um "continente poupador", o que diminui a taxa de investimento interno. Mas o Chile tem como mérito uma condução linear da macroeconomia há muito tempo, o que lhe favorece na região. "Governos de esquerda e de direita por lá não tomaram decisões equivocadas, o que dá previsibilidade ao investidor estrangeiro. Isso compensa em parte a falta de poupança, pois traz investimento externo", diz Vale. Governo enfraquecido Manifestantes comemoram resultado do referendo sobre uma nova constituição chilena, em Valparaíso, Chile Rodrigo Garrido/Reuters Antes da chegada da pandemia, o Chile passava por uma convulsão social em busca de reformas que combatessem a desigualdade. Desde o fim de 2019, protestos tomavam conta das ruas em busca de novas políticas que contemplassem demandas sociais. Piñera, que inicialmente reprimiu as manifestações, viu sua popularidade derreter. No maior marco das mobilizações, o país aprovou em plebiscito a formação de uma assembleia para formular uma nova Constituição. Como último recurso de redenção, o presidente chileno apostou na vacinação veloz como forma de dissipar a rejeição, recuperar a economia e reafirmar sua competência no combate à Covid-19. Chile aprova plebiscito histórico: por que é tão polêmica a Constituição que 78% dos chilenos decidiram trocar Em certo sentido, deu certo. Depois do início dos protestos de 2019, a aprovação de Piñera caiu de 34% para 14% em menos de um mês, de acordo com a pesquisa Cadem/Plaza Pública. No início da gestão da pandemia, o número chegou a 29%. Acontece que Piñera fez oposição a projetos populares, como do saque dos fundos de pensão, e (iludido com a falsa sensação de segurança dada pela vacinação) trabalhou por uma reabertura precoce da economia que causou uma explosão de casos no início de março de 2021. Com o descuido no afrouxamento de regras sanitárias e a chegada de novas variantes do coronavírus, o país passou de uma média móvel de 2,2 mil casos por dia no fim de dezembro para um pico de 7,2 mil no início de abril, segundo dados do Ministério da Saúde do Chile. De 29% de aprovação que Piñera colhia na esteira das vacinas, o índice mergulhou para 9%. Na última sondagem, do dia 10, a chegada de mais doses das vacinas voltaram a favorecê-lo e o número subiu para 15%. Para Leandro Lima, analista político de Chile da consultoria Control Risks, os momentos positivos da gestão chilena podem ser atribuídos ao fenômeno da ciência política chamado "Rally 'Round the Flag" (do inglês, "volta em torno da bandeira"), em que a popularidade de líderes ganha tração por curtos períodos em meio a uma crise. A gestão do governo na pandemia, por exemplo, é apoiada por 41%. "No longo prazo, não se acredita mais que o Piñera seja capaz de responder aos desafios que foram postos ao Chile. Apesar dos sucessos pontuais, há uma percepção de que ele não atende ao posto de líder de um país em reforma", afirma Lima. No Brasil, a imagem do presidente Jair Bolsonaro sofre abalos bem mais discretos. Segundo o instituto Datafolha, 51% dos brasileiros reprovam a atuação do presidente na pandemia da Covid-19, mas 24% ainda acreditam que seu governo é ótimo ou bom. "A CPI é muito perigosa por levantar informações que não estavam ao alcance do público, mas precisariam ser piores que o passivo alto da pandemia. O presidente mostrou já resiliência em período de muitas mortes e questionamento sobre atuação na crise", diz Lucas de Aragão, sócio da consultoria Arko Advice. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x
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14/05 - Auxílio Emergencial 2021: Caixa libera saques e transferências a nascidos em novembro; veja calendários
Pagamento da primeira parcela do benefício terminou em abril para todos os públicos; veja os calendários das próximas parcelas. A Caixa Econômica Federal (Caixa) libera nesta quarta-feira (12) os saques e transferências da primeira parcela do Auxílio Emergencial aos beneficiários que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em novembro, que receberam a parcela em poupança social digital no dia 28 de abril. O pagamento da primeira parcela do auxílio para este público terminou em 29 de abril. Para quem faz parte do Bolsa Família, os pagamentos foram até 30 de abril. Os pagamentos da segunda parcela do benefício começam em 18 de maio para o público do Bolsa Família, e em 16 de maio para os demais beneficiários (veja nos calendários mais abaixo). Terei direito? Quanto vou receber? Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Veja como saber se você vai receber Saiba como contestar se você teve o beneficio negado Beneficiário precisa estar com o CPF regular; saiba como fazer SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Auxílio emergencial 2021: entenda as regras da nova rodada VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA SEXTA: trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, nascidos em novembro Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Calendário Auxílio Emergencial - inscritos app e site - 13.5.21 Economia G1 VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial
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13/05 - Ex-BBB Gil vira 'Gil da Vigor' ao se tornar novo garoto-propaganda da marca de laticínios
Além de participar das propagandas da empresa, economista vai atuar como cocriador de conteúdo e mensagens publicitárias dos produtos, em parceria com a agência SunsetDDB. Ex-BBB Gil do Vigor anuncia que agora é 'Gil da Vigor' Divulgação Após pedidos de fãs na internet, o ex-BBB Gil do Vigor se tornou "Gil da Vigor", novo garoto-propaganda da marca da tradicional marca de laticínios. Além de participar de comerciais da empresa, o economista, que participou da última edição do Big Brother Brasil, da TV Globo, vai atuar como cocriador de conteúdo e mensagens publicitárias dos produtos, em parceria com a SunsetDDB, agência que trabalha para a companhia de laticínios. Initial plugin text "Acompanhamos muito de perto a trajetória de Gil no programa e também a torcida vigorosa que ele recebeu aqui fora. Quando conhecemos mais um pouco da sua história de perseverança e soubemos que a origem do seu apelido veio da sua dedicação e força de vontade, nós nos identificamos na hora", afirmou Eduardo Jakus, diretor de marketing da Vigor Alimentos, em comunicado. Em seu Twitter, Gil comemorou o novo contrato e a parceria dos fãs. Initial plugin text Na quarta-feira (11), o economista também divulgou ter assinado contrato com a Globo. Os projetos na empresa ainda estão sendo desenvolvidos e, por isso, Gil vai continuar com os estudos de seu pós-doutorado na Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados Unidos, a partir de setembro.
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13/05 - Engenheiro que chamou mulheres de fracas em livro deixa Apple após carta de 2 mil funcionários pedindo investigação
No livro intitulado 'Chaos Monkeys', Antonio García Martínez diz que a maioria das mulheres na área da Baía de São Francisco são 'fracas, mimadas e ingênuas'. Engenheiro que chamou mulheres de fracas em livro deixa Apple após carta de 2.000 funcionários pedindo investigação. Mark Lennihan/AP O funcionário da Apple, Antonio García Martínez , que escreveu um livro ofendendo mulheres, deixou a empresa após mil colaboradores pedirem que suas afirmações fossem investigadas e que fossem adotadas medidas contra discriminação. Martínez, que ingressou em abril na Apple como engenheiro de produto na área de plataformas de publicidade, segundo seu perfil nas redes sociais, publicou em 2016 um livro chamado "Chaos Monkeys" ou "Macacos do Caos", em tradução livre. Nele, ele afirma que a maioria das mulheres na área da Baía de São Francisco são "fracas, mimadas e ingênuas". Um dia antes da saída do engenheiro da empresa, nesta quinta-feira (13), os funcionários da Apple montaram uma carta, com 2.000 assinaturas, informando estarem "profundamente consternados com o que esta contratação significa para o compromisso da Apple com seus objetivos de inclusão". No documento, obtido pelo portal "The Verge", é exigida uma investigação sobre como as opiniões sobre mulheres do autor do livro foram ignoradas e um plano de ação para evitar que isso aconteça novamente. "Dada a história do Sr. García Martínez de publicar comentários abertamente racistas e sexistas sobre seus ex-colegas, estamos preocupados que sua presença na Apple contribua para um ambiente de trabalho inseguro para nossos colegas que correm o risco de assédio público e intimidação privada. Temos o direito de saber como a equipe de Pessoas pretende mitigar esse risco", afirmaram os colaboradores na carta. Os funcionários também demandaram garantias de que Martínez e pessoas que compartilhem das mesmas opiniões "prejudiciais" não se envolvam em contratações, entrevistas ou decisões de desempenho enquanto trabalharem na Apple. Por fim, a carta lista uma série de aspas onde Martínez expressa opiniões ofensivas às mulheres, como no trecho: "A maneira mais rápida de baratear qualquer coisa - seja uma mulher, um favor ou uma obra de arte - é colocar uma etiqueta de preço nisso". Após o movimento dos funcionários, um porta voz da Apple disse à "Bloomberg News": - “Na Apple, sempre nos esforçamos para criar um local de trabalho inclusivo e acolhedor, onde todos sejam respeitados e aceitos. Comportamento que rebaixa ou discrimina as pessoas pelo que elas são não tem lugar aqui”.
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13/05 - CPI da Covid deve aprovar convocação de Carlos Bolsonaro
O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro Caio Cesar/CMRJ O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), integrante da CPI da Covid, encaminhou nesta quinta-feira (13) à Mesa da CPI um requerimento de convocação do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro. O blog apurou que a CPI deve aprovar o requerimento. O pedido tem como base o depoimento prestado nesta quinta pelo gerente-geral da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo. Segundo Murillo, Carlos Bolsonaro participou de reunião com a empresa para discutir a compra de vacinas, no Palácio do Planalto. Além de Carlos Bolsonaro, Alessandro Vieira pedirá que o assessor de Bolsonaro para assuntos internacionais, Felipe Martins, também deponha à CPI.
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13/05 - Petrobras reverte prejuízo e tem lucro de R$ 1,16 bilhão no primeiro trimestre
No mesmo período do ano passado, estatal reportou perdas de R$ 48,5 bilhões. Sede da Petrobras no Rio de Janeiro Daniel Silveira/G1 A Petrobras informou nesta quinta-feira (13) que registrou lucro de R$ 1,167 bilhão no primeiro trimestre, revertendo o prejuízo de R$ 48,5 bilhões apurado no mesmo período do ano passado. O lucro da estatal antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda ajustado) foi de R$ 48,9 bilhões, um crescimento de 30,5% na comparação com os três primeiros meses de 2020. Em relação ao último trimestre de 2020, a alta foi de 4,1%. No início do ano passado, o desempenho da empresa foi duramente afetado por uma baixa contábil de R$ 65,3 bilhões diante do impacto da crise provocada pela pandemia coronavírus. Agora, a companhia foi favorecida pela alta do preço do petróleo do tipo Brent e maior venda do diesel. A estatal registrou receita líquida de R$ 86,2 bilhões, um avanço de 14,9% ante o quarto trimestre de 2020, em função da valorização de 38% no preço do Brent, e de 14,2% na comparação com os três primeiros meses do ano passado. Só com diesel a petroleira apurou receita de R$ 25,161 bilhões, um aumento de 26,7% e de 39,6%, respectivamente. Dívida e investimento A Petrobras também viu uma redução no seu endividamento. A dívida bruta somou US$ 70,9 bilhões no primeiro trimestre, uma queda de 20,5% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. Em relação aos últimos quatro meses de 2020, a redução foi de 6,1%. A dívida líquida foi de US$ 58,4 bilhões no período, o que representa uma diminuição de 7,5% em relação ao registrado no trimestre imediatamente anterior e de 20,1% na comparação anual. Já os investimentos somaram totalizaram US$ 1,9 bilhão, 7% abaixo do observado no quarto trimestre do ano passado 21% inferior ao apurado no mesmo período de 2020. Troca polêmica O primeiro trimestre foi marcado por uma troca bastante polêmica no comando da Petrobras. Insatisfeito com a alta do preço dos combustíveis, o presidente Jair Bolsonaro indicou o general Joaquim Silva e Luna para assumir a presidência da companhia no lugar de Roberto Castello Branco. Vídeos: Últimas notícias de economia
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13/05 - ANP propõe mudar exibição do preço de combustíveis e permitir entrega fora dos postos
Minuta de resolução foi aprovada nesta quinta-feira pela diretoria da agência e agora passará por consulta e audiência públicas. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou nesta quinta-feira (13) uma minuta de resolução com propostas de alterações nas regras de funcionamento dos postos de combustíveis. A proposta ainda passará por consulta e audiência públicas. Em nota, a agência não informou quando a minuta será colocada em consulta pública. Na minuta, a ANP propõe as seguintes mudanças: eliminação da terceira casa após a vírgula nos preços por litro de todos os combustíveis; permissão para entregar combustível fora das instalações do posto. Atualmente, são proibidas a venda e a entrega de combustíveis fora do posto; autorizar, em contratos novos, os postos com bandeira (aqueles que fecharam exclusividade com um distribuidor) a instalar bombas de outros distribuidores. Atualmente, o posto que optou por exibir a marca comercial de um distribuidor de combustíveis é obrigado a comprar e vender apenas o combustível fornecido por esse distribuidor; flexibilização da possibilidade de cancelamento da autorização de funcionamento do posto por remoção de lacre de interdição. A proposta é que a possibilidade de cancelamento seja feita avaliando o “histórico do posto no setor, acrescida de outras penalidades cabíveis, tendo em vista o ato praticado pelo agente”. MPDFT e Procon pedem mudanças na publicidade de preços de combustíveis para descontos com app Segundo a ANP, as mudanças propostas buscam reduzir as obrigações das empresas que atuam no segmento de combustíveis e viabilizar "novas formas de atuação". A agência argumenta ainda que as medidas podem aumentar a oferta de combustíveis e "rever e simplificar regras" que, segundo a agência, "se tornaram desproporcionais". A agência diz, ainda, que as regras propostas não ferem os interesses dos consumidores.
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13/05 - Supremo decide que exclusão do ICMS do cálculo de PIS e Cofins vale desde 2017
Exclusão foi determinada naquele ano pelo tribunal e, agora, plenário definiu quando decisão entrou em vigor. Governo previa perda de R$ 250 bi se medida pudesse valer antes de 2017. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (13) que a exclusão do ICMS sobre a base de cálculo de PIS e Cofins vale desde 2017. A exclusão foi determinada naquele ano pelo tribunal e, agora, o plenário definiu quando a decisão entrou em vigor. No julgamento, os ministros seguiram o entendimento da relatora, ministra Cármen Lúcia. Em 2017, o Supremo entendeu que o governo federal não pode incluir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na base de cálculo das contribuições para o Programa de Integração Social (PIS) e para a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). O PIS e a Cofins são pagos por empresas de todos os setores e ajudam a financiar a Previdência Social e o seguro-desemprego. O governo estimava uma perda de arrecadação de mais de R$ 250 bilhões caso o entendimento do Supremo fosse aplicado a casos de anos anteriores a 2017. Votos dos ministros Ao votar no julgamento, a ministra Cármen Lúcia afirmou que a decisão somente deve valer a partir de 15 de março de 2017 para garantir "segurança jurídica". Acompanharam a relatora os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Luiz Fux. Edson Fachin, Rosa Weber e o decano da Corte, ministro Marco Aurélio, entendiam que não seria o caso de estabelecer uma data para a validade da decisão do Supremo, que deveria abarcar inclusive tributos de anos anteriores. Os ministros Nunes Marques e Luís Roberto Barroso também acompanharam a relatora, mas entendiam que a exclusão deveria se dar em relação ao ICMS recolhido pelo contribuinte, e não o valor total.
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13/05 - Governo lança plataforma de análise de dados do Cadastro Ambiental Rural com projeto-piloto no Amapá
Ferramenta vai usar sensoriamento remoto para checar informações declaradas de ocupantes e proprietários de terras. Ministério da Agricultura prevê que, até o final do ano, mais nove estados tenham o sistema. O Ministério da Agricultura lançou nesta quinta-feira (13) uma plataforma para os estados analisarem os dados declarados no Cadastro Ambiental Rural (CAR) por ocupantes e proprietários de terras. O CAR é um documento público eletrônico criado em 2012 pelo Código Florestal que reúne informações ambientais das propriedades, como a situação das Áreas de Preservação Permanente (APP), das áreas de Reserva Legal, entre outras. Ele é obrigatório para todos os imóveis rurais. Nova lei do licenciamento ambiental: entenda os próximos passos e o que está em jogo A ferramenta, chamada de AnalisaCAR, usa tecnologias de sensoriamento remoto para automatizar a verificação dos dados e servirá como "uma complementação dos sistemas de análise manual" que as unidades da federação já possuem, explicou o João Adrien, diretor de Regularização Ambiental do Serviço Florestal Brasileiro (SFB). O sistema entrará em operação em um projeto-piloto no Amapá, estado que já possui os mapeamentos necessários para a implantação e participou de capacitações. Segundo o Ministério, a previsão é de que, até o fim do ano, outros nove estados tenham a ferramenta: Amazonas, Paraná, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Maranhão, Piauí, Sergipe, Goiás e Minas Gerais. E que, em um prazo de dois anos, todas as unidades da federação tenham acesso. A implementação do sistema dependerá da construção, por parte dos estados, de mapas de uso de solo, baseado nas definições do Código Florestal. Segundo os porta-vozes do novo sistema, com ele, o processo de revisão das propriedades se torna mais barato que o manual, com um custo equivalente a 1% do processo tradicional. Como vai funcionar? Exemplo de análise dos dados da ferramenta AnalisaCAR. Reprodução O AnalisaCAR terá duas etapas: uma fará a revisão dos dados declarados por produtores e, a outra, a análise da regularidade ambiental do imóvel. Na 1ª etapa, o sistema irá verificar: Se o território está sobreposto a outros imóveis, assentamentos, unidades de conservação, terras indígenas, etc. Ou seja, se há alguma área declarada por mais de um possível proprietário; Se existe alguma divergência entre a área declarada e os mapas do governo; Se há documentação duplicada; E se o imóvel está localizado em uma Reserva Legal. O sistema vai corrigir esses dados de forma automática. Depois disso, o produtor pode concordar ou não com as alterações propostas pelo sistema ou solicitar que o seu cadastro seja revisado por uma equipe técnica. Se ele concordar, o processo segue para a 2ª etapa, que é a Análise da Regularidade Ambiental do imóvel. Nesta fase, a ferramenta é toda padronizada com os critérios do Código Florestal para verificar se o imóvel tem embargos, sobreposições, excedentes de Reserva Legal e Remanescentes de Vegetação Nativa (RVN). Sobreposições As sobreposições são as áreas que são inscritas no CAR por mais de um suposto proprietário. Isso pode acabar acontecendo também com declarações de terras públicas, ou seja, que pertencem a União, ainda que não tenham uma destinação específica. Adrien, diretor de Regularização Ambiental do SFB, explicou que o sistema também irá apontar quando isso acontecer. Nesses casos, os estados deverão analisar a situação daquela área e se o proprietário recebeu indenização quando o espaço foi transformado em reserva natural. Se isso de fato aconteceu, ele deverá desocupar a área. Na situação contrária, o produtor pode ser indenizado. Caso a área tenha sido ocupada depois que foi considerada pública e seja aberto um cadastro dela no CAR, após o cruzamento com os dados do mapeamento, o sistema deve deixar o pedido como pendente ou até mesmo cancelar a solicitação. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), até o fim de 2020 foram declaradas como propriedades no CAR 18,6 milhões de hectares de florestas sem destinação, o equivalente a 32% de sua área total. Em relação a este tipo de sobreposição, o diretor enfatizou que o CAR não se trata de uma regularização fundiária e que, por isso, podem sim existir registros de ocupações. Além disso, Adrien realçou que a inscrição no CAR é um dos critérios do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) para concessão da titulação de terras. A coordenadora-geral do CAR, Gabriela Barbigier, disse ainda que, em relação à checagem de áreas sobrepostas a terras indígenas, as informações que o governo têm são as que constam na base de dados da Fundação Nacional do Índio (Funai), e não inclui territórios que ainda estão em estudo. Próximo passo Para a secretária executiva do Observatório do Código Florestal, Roberta Del Giudice, a ferramenta é um passo extremamente importante para a identificação de sobreposições de forma rápida. Ela afirma que, agora, é fundamental planejar o que será feito a partir disso e descobrir em quanto tempo depois da identificação deste problema existirá um retorno do produtor e como serão estabelecidas as soluções. Por outro lado, em relação ao início da aplicação do sistema, Roberta afirma que é “desalentador” que ele seja limitado ao Amapá, já que o Código Florestal foi instituído há 9 anos, dando “muito tempo para se construir a ferramenta”, que é fundamental para colocar essa legislação em prática. Custo para os estados De acordo com a coordenadora-geral do CAR, Gabriela Barbigier, o custo de implementação dessa ferramenta para os estados dependerá da realidade de cada um deles e das atividades que serão feitas. Mas que, para a maioria, a implantação terá "custo zero", pois o governo "está entregando a ferramenta tecnológica e os mapeamentos." VÍDEOS: mais sobre agronegócio
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13/05 - Viracopos tem 2º menor fluxo de passageiros para abril desde 2013, mas fecha quadrimestre com alta
Aeroporto em Campinas teve 648,2 mil viajantes no mês mais letal da pandemia no Brasil. Terminal tem maior fluxo de cargas para mês de abril, porém, baixa no comparativo com março. Viracopos fechou 1º quadrimestre com aumento de passageiros Ricardo Lima O Aeroporto de Viracopos registrou em abril o segundo fluxo mais baixo de passageiros para este mês desde 2013, ano em que o terminal em Campinas (SP) foi concedido integralmente à iniciativa privada. Apesar dos reflexos provocados pela segunda onda da pandemia desde março, a estrutura ainda fechou o primeiro quadrimestre deste ano com mais viajantes do que no mesmo período de 2020. Dados divulgados pela concessionária do aeroporto nesta quinta-feira (13) mostram que 648,2 mil viajantes passaram por Viracopos em abril, mês mais letal da crise da Covid-19 no Brasil. O número supera somente o total verificado para este mês no ano anterior, quando foram 150,5 mil, o mais baixo já registrado pela Aeroportos Brasil no período de 30 dias desde que assumiu a administração. O resultado também significa baixa na movimentação pelo segundo mês consecutivo. Antes disso, o aeroporto registrou curva ascendente entre abril do ano passado e janeiro. Veja abaixo gráfico. Em contrapartida, os números mostram ainda que o saldo do primeiro quadrimestre Viracopos ficou positivo e subiu 12,7% em relação a 2020: os passageiros foram de 2,52 milhões para 2,85 milhões. Diante deste resultado, a concessionária já sinaliza expectativa de fechar o ano com crescimento. As estatísticas da concessionária mostram que, em relação ao total de passageiros de abril, 641 mil fizeram viagens domésticas, e 7,1 mil foram ao exterior ou chegaram ao Brasil por Campinas. A concessionária destaca, por meio de assessoria, que os impactos são verificados por todos os aeroportos no mundo em virtude do contexto mundial de enfrentamento à pandemia. Por outro lado, apesar do abalo no indicador, salienta que 70% do faturamento decorre do terminal de cargas. Abril de 2020 Passageiros em voos domésticos: 145.391 Passageiros em voos internacionais: 5.155 Abril de 2021 Passageiros em voos domésticos: 641.077 Passageiros em voos internacionais: 7.167 1º quadrimestre Durante 2020: 2.529.538 Durante 2021: 2.853.044 Mudança de cenário Antes da pandemia, o aeroporto registrou uma série marcada por altas consecutivas entre julho de 2018 e fevereiro de 2020, comparando-se cada mês com o mesmo período do ano anterior. O terminal aguarda o processo de relicitação para sanar dívidas que somam R$ 2,88 bilhões. O governo federal prevê realizar novo leilão em 2022, devido a atrasos nos trâmites do processo. Entenda a crise de Viracopos Governo federal recebe estudo de viabilidade para nova licitação de Viracopos Terminal de cargas Após fechar março com recorde na quantidade mensal de cargas movimentadas em período de 30 dias, Viracopos teve uma diminuição em abril, mas ainda foi o melhor para este mês na série histórica. Parte do saldo está associado à pandemia, uma vez que o terminal tem sido usado na logística de produtos para enfrentamento à Covid-19, incluindo a primeira remessa de vacinas da Pfizer. O relatório da concessionária indica que 27.914 toneladas de cargas passaram pelo terminal de Campinas em abril. Deste total, 7.664 toneladas são domésticas - recebidas na metrópole de outras cidades do Brasil ou enviadas a terminais em território nacional. Além disso, 20.250 toneladas são de itens internacionais - fluxo que envolve outros países; enquanto 578 toneladas são classificadas como courier - remessas internacionais de documentos ou encomendas transportadas ou liberadas sob regime aduaneiro específico, destaca a gestora. VÍDEOS: veja notícias da região de Campinas Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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13/05 - SpaceX, de Elon Musk, fecha parceria com Google para desenvolver internet via satélite
As estações terrestres de seus satélites Starlink serão instaladas nos centros de dados da Google, para facilitar o acesso à nuvem de dados. O Observatório Gemini registrou uma trilha de satélites da Starlink em 2019 Observatório Gemini/NSF A SpaceX, empresa de exploração espacial de Elon Musk, anunciou nesta quinta-feira (13) que fará parceria com a Google para fornecer Internet de alta velocidade e serviços de computação remota para seus clientes, negócios e organizações. Pelos termos do acordo, as estações terrestres de seus satélites Starlink serão instaladas nos centros de dados da Google, para facilitar o acesso à nuvem (computação remota) e à Internet. A SpaceX está em processo de lançar seu serviço de Internet via satélite, que deverá permitir uma conexão de alta velocidade sem passar por infraestrutura terrestre. "A combinação de alta velocidade e baixa latência do Starlink com a infraestrutura e os recursos da Google proporcionará às organizações em todo o mundo a conexão rápida e segura que elas esperam", disse Gwynne Shotwell, presidente e diretora operacional da SpaceX. SpaceX e Nasa lançam 4 astronautas rumo à Estação Espacial Internacional "Estamos orgulhosos de trabalhar com a Google para oferecer este acesso a empresas, organizações do setor público e muitos outros grupos em todo o mundo", acrescentou. Urs Hölzle, vice-presidente de infraestrutura da Google Cloud, disse que a parceria permitirá que as organizações que usam a rede tenham "acesso fácil, seguro e rápido aos aplicativos e serviços de que precisam para manter suas equipes funcionando". A SpaceX e o Google esperam que esta nova oferta esteja disponível no segundo semestre de 2021. A empresa de Elon Musk está aguardando a aprovação das autoridades para seu serviço de Internet de alta velocidade para empresas e indivíduos por meio de sua rede de mais de 1.500 satélites Starlink. Assista teste de nave da SpaceX: SpaceX lança e pousa com sucesso novo protótipo da Starship SN15
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13/05 - Ciee seleciona estudantes para seis oportunidades de estágio e jovem aprendiz no Alto Tietê nesta quinta; veja lista
Currículo deve ser enviado por e-mail com o assunto descrito na tabela das vagas. Ciee seleciona estudantes para seis oportunidades de estágio e jovem aprendiz no Alto Tietê nesta quinta Quetura Cristina da Silva/CIEE O Centro de Integração Empresa - Escola (Ciee) seleciona estudantes para seis oportunidades de estágio e jovem aprendiz nesta quinta-feira (13). As vagas são para superior em Mogi das Cruzes e Suzano. Para participar é necessário realizar cadastro pela internet. O Ciee está localizado na Rua Duarte de Freitas, Parque Monte Líbano, Mogi das Cruzes. Vagas no Alto Tietê O currículo deve ser encaminhado para o e-mail gabriela.sanches@ciee.ong.br, com o respectivo assunto. Para mais informações, o telefone para contato é o 4728-3131. Assista a mais notícias
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13/05 - Após relançamento, programa que reduz jornada e suspende contrato de trabalho já atinge 1,5 milhão de trabalhadores
Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda prevê que trabalhadores tenham direito a estabilidade pelo tempo equivalente à suspensão do contrato ou à redução da jornada. Entenda o que muda com MPs que flexibilizam novamente as regras trabalhistas na pandemia Em cerca de 15 dias, 1.515.653 trabalhadores já fecharam acordo com 384.682 empregadores para terem a jornada e salário reduzidos ou o contrato de trabalho suspenso. No dia 28 de abril, o governo federal relançou o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, nos mesmos moldes da Medida Provisória 936, convertida na Lei 14.020/2020, que vigorou por 8 meses no ano passado e atingiu quase 10 milhões de trabalhadores. O setor de serviços é responsável por 51,74% dos acordos. Veja abaixo: Serviços: 51,74% Comércio: 25,62% Indústria: 17,24% Construção: 1,73% Agropecuária: 0,31% A suspensão de contrato de trabalho é responsável pela maior parte dos acordos. Veja abaixo: Suspensão: 41,39% Redução de 70% da jornada: 29,69% Redução de 50%: 19,03% Redução de 25%: 9,89% São Paulo lidera entre os estados com o maior número de acordos, com 25,29% do total, seguido de Minas Gerais (10,44%), Rio de Janeiro (10,36%), Bahia (7,13%) e Ceará (6,44%). Como funciona o programa A medida provisória de agora, a 1.045, permite a redução da jornada e a suspensão dos contratos de trabalho, além da estabilidade no emprego para o trabalhador. Governo também editou MP que flexibiliza regras trabalhistas; VEJA O QUE MUDA A nova medida faz parte das iniciativas para evitar que as empresas demitam durante o período da crise provocada pelo agravamento da pandemia. O prazo para manter a redução de salário e a suspensão dos contratos vale por 120 dias, mas pode ser prorrogado por meio de decreto do governo. Redução de salário De acordo com o programa, a redução do salário poderá ocorrer nos seguintes valores percentuais: 25%, 50% 70% Funcionários e contratos incluídos na MP O programa abrange funcionários de empresas privadas, incluindo gestantes e aposentados, contratos de trabalho de aprendizagem e de jornada parcial. Desta vez, o governo não incluiu os intermitentes no programa. Além disso, o programa se aplica apenas aos contratos de trabalho celebrados até a data de publicação da Medida Provisória, ou seja, nesta quarta-feira (28). Como ficam os pagamentos Pelo programa, os trabalhadores que tiverem jornada reduzida ou contrato suspenso receberão da União um benefício emergencial proporcional ao valor do seguro-desemprego. Por exemplo, quem tiver uma redução de 50% por parte da empresa no salário e na jornada vai receber uma parcela de 50% do que seria o seu seguro-desemprego caso fosse demitido. Veja abaixo: Corte de 25% no salário: recebe 75% do salário + 25% da parcela do seguro-desemprego Corte de 50% no salário: recebe 50% do salário + 50% da parcela do seguro-desemprego Corte de 70% no salário: recebe 30% do salário + 70% da parcela do seguro-desemprego Suspensão do contrato de trabalho: recebe 100% da parcela do seguro-desemprego, que pode variar de R$ 1.100 a R$ 1.911,84 (exceto no caso de funcionário de empresa com receita bruta superior a R$ 4,8 milhões – neste caso: recebe 30% do salário + 70% da parcela do seguro-desemprego) Nenhum trabalhador vai ganhar menos do que um salário mínimo De acordo com o governo, não haverá alteração na concessão nem do valor do seguro-desemprego caso o trabalhador seja demitido no futuro. Assim, nada mudará nas regras para requisição do seguro-desemprego. Estabilidade A MP estabelece uma "garantia provisória" do emprego pelos meses em que a jornada e os salários forem reduzidos ou o contrato suspenso e por igual período quando as atividades e pagamentos forem normalizados. Por exemplo: se houve uma redução de jornada durante 3 meses, o trabalhador tem direito de continuar na empresa por mais 3 meses. Ainda assim, o empregador continua podendo demitir o funcionário durante esse período. Porém, se dispensá-lo sem justa causa, a medida prevê o pagamento pela empresa das verbas rescisórias e de uma indenização. Essa regra não vale para casos de dispensa a pedido ou por justa causa do empregado. O valor da indenização será de: 50% do salário a que o empregado teria direito no período de garantia provisória no emprego, na hipótese de redução de jornada de trabalho e de salário igual ou superior a 25% e inferior a 50%; 75% do salário a que o empregado teria direito no período de garantia provisória no emprego, na hipótese de redução de jornada de trabalho e de salário igual ou superior a 50% e inferior a 70%; ou 100% do salário a que o empregado teria direito no período de garantia provisória no emprego, nas hipóteses de redução de jornada de trabalho e de salário em percentual superior a 70% ou de suspensão temporária do contrato de trabalho. Como funcionam os acordos Para trabalhadores que recebem até três salários mínimos (R$ 3.300), o acordo para redução de jornada e salário pode ser feito por acordo individual. Para quem recebe entre três salários mínimos (R$ 3.300) e dois tetos do INSS (R$ 12.867,14), a redução de jornada e salário terá que ser feita por acordo coletivo, já que nessa faixa a compensação da parcela do seguro-desemprego não compensa toda a redução salarial. Para quem ganha acima de R$ 12.867,14 e tem nível superior, a lei trabalhista atual já autoriza acordo individual para redução de jornada e salário. No caso de reduções de 25%, é permitido que sejam feitas por acordo individual, independente da faixa salarial. FGTS A base de cálculo para o pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aos empregados será a do salário reduzido, sem o acréscimo do seguro-desemprego. Além disso, o trabalhador que entrar no programa não poderá sacar o FGTS. E não há recolhimento do FGTS por parte do empregador até o final do prazo da suspensão do contrato de trabalho. Jornada flexível As empresas terão flexibilidade para aplicar o percentual de redução de jornada de trabalho dentro de cada área. Ou seja, o corte não precisa ser aplicado necessariamente na jornada diária nem na empresa toda. A empresa também poderá fixar escalas alternadas de dias de trabalho. O que vale é o total de horas trabalhadas no mês. O empregador também poderá definir novos horários para ajustar as escalas de sua equipe e otimizar custos. As mudanças podem ser das mais variadas: dias intercalados, redução de dias de trabalho na semana e até cargas horárias diferentes de um dia para o outro. Além disso, as empresas que optarem por suspender contratos de trabalho também poderão combinar a medida com uma eventual redução da jornada de trabalho nos meses seguintes. E vice-versa. Os empregadores também terão flexibilidade para definir a estratégia mais adequada para cada uma das áreas e equipes. Banco de horas O banco de horas não pode ser usado em caso de redução de jornada de trabalho e de salário e de suspensão temporária de contrato de trabalho e nem pode ser descontado em caso de demissão. Como aderir As empresas devem aderir ao programa por meio do Empregador Web. Após a formalização do acordo e comunicação ao governo, o valor do benefício emergencial será depositado pelo governo diretamente na conta do trabalhador, como se fosse um seguro-desemprego. Não há necessidade do trabalhador se deslocar ou fazer nenhum tipo de solicitação para sacar o dinheiro. A empresa deve informar quantos trabalhadores terão o contrato alterado no prazo de 10 dias, contados a partir da data da celebração do acordo. Caso ocorra algum atraso, o empregador ficará responsável pelo pagamento da remuneração no valor anterior à redução da jornada de trabalho e do salário ou à suspensão temporária do contrato de trabalho do empregado, inclusive dos respectivos encargos sociais e trabalhistas, até que a informação seja prestada corretamente. O pagamento do benefício emergencial será feito 30 dias após a celebração do acordo. Se, por exemplo, o acordo para redução salarial for firmado no dia 10 de maio, o benefício será pago pelo governo no dia 10 de junho, mesmo que o salário seja depositado pela empresa no dia 5. O governo federal colocou no ar o site https://servicos.mte.gov.br/bem/, que permite aos empregadores acessarem os sistemas nos quais podem formalizar os acordos e comunicar as condições ao Ministério da Economia.
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13/05 - Brasil adere a projeto de cabo submarino que ligará a América do Sul à Ásia e à Oceania
Cabo terá quase 15 mil quilômetros de extensão e custará cerca de US$ 400 milhões. Ainda não foi definido o valor a ser investindo por cada país. O governo federal anunciou nesta quinta-feira (13) sua adesão ao projeto para construção do primeiro cabo submarino de fibra óptica que ligará a América do Sul à Ásia e à Oceania. A transmissão de dados por cabos de fibra óptica é mais estável e veloz que a feita por cabos de cobre. Os cabos de fibra também são mais duradouros. O projeto, apelidado de Humboldt, é da estatal chilena Desarrollo, que tem buscado fazer uma aliança entre países e empresas interessadas. Além do Brasil, Argentina, Austrália e Nova Zelândia já aderiram ao projeto. O cabo terá 14.810 quilômetros de extensão, conectando a cidade chilena de Valparaíso a Sydney, na Austrália, passando por Auckland, na Nova Zelândia. A conexão da Austrália com a Ásia será feita por cinco cabos já implantados e em funcionamento. Capacidade O novo cabo contará com um sistema de oito fibras ópticas. A estimativa é de capacidade inicial de transmissão de dados de até 400 gigabits por segundo. O projeto custará em torno de US$ 400 milhões. O prazo de concessão da empresa que vier a operar a rede será de 25 anos. Segundo comunicado divulgado pelo governo brasileiro, "equipes técnicas dos países envolvidos aprofundarão as discussões sobre as modalidades financeiras e técnicas da participação do Brasil neste projeto de longo prazo". O comunicado não diz qual é o prazo para início da construção do cabo nem a previsão para entrar em operação. Vantagens Em nota, os ministérios das Comunicações e das Relações Exteriores afirmaram que o projeto vai permitir o aumento do volume do tráfego de dados do Brasil com a Oceania e a Ásia. Vai, ainda, aumentar a disponibilidade e a confiabilidade da transmissão de dados. “O projeto também completará a conexão por fibra ótica do Brasil com seus vizinhos, consolidando a infraestrutura digital regional e posicionando o Brasil como líder da transformação digital e do mercado digital na região. Atualmente, Argentina, Brasil e Chile respondem por 80% do tráfego de internet na América do Sul”, diz a nota. Os ministérios lembram que já está em andamento a construção de um cabo submarino de fibra óptica ligando o Brasil diretamente à Europa. O projeto é chamado de Ellalink. VÍDEOS: Assista a mais notícias sobre economia
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13/05 - Venda de ações da Vale 'turbina' lucro do BNDES no 1º trimestre para quase R$ 10 bilhões
No conjunto, os ganhos com participações societárias somaram R$ 11,7 bilhões. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta quinta-feira (13) que teve lucro líquido de R$ 9,8 bilhões no 1º trimestre, valor 78% superior ao do mesmo período de 2020, com venda de participações e receita com crédito. BNDESPar vende todas as suas ações da Vale e não tem mais participação na mineradora Falando a jornalistas, o presidente do banco de fomento, Gustavo Montezano, explicou que o lucro recorrente somou R$ 2,4 bilhões no período. Além disso, o BNDES não teve que fazer maiores provisões para perdas com inadimplência, uma vez que o banco ofereceu voluntariamente uma carência em pagamentos de empréstimos. As receitas com desinvestimentos incluíram a venda de fatias que o banco tinha em Vale e Klabin. "Estamos amadurecendo a nossa estratégia de desinvestimentos e de posições financeiras meramente especulativas", afirmou Montezano. O banco ainda teve um resultado positivo contábil de equivalência patrimonial de JBS de R$ 1 bilhão. Micro e pequenas empresas terão pagamentos de empréstimos com BNDES suspensos por 6 meses No conjunto, os ganhos com participações societárias somaram R$ 11,7 bilhões. Só com papéis da Vale, o ganho foi de R$ 9,5 bilhões. Para Montezano, as vendas de participações seguem uma estratégia de reduzir a exposição a negócios de perfil financeiro e especulativo. "É um desperdício alocar tantos recursos para fazer lucro financeiro", afirmou ele. Os desembolsos do BNDES no trimestre cresceram 35% ano a ano, a R$ 11,3 bilhões. O banco destinou 46% desse valor a micro, pequenas e médias empresas e 49% para infraestrutura.  A instituição devolveu no período R$ 38 bilhões em empréstimos tomados com o Tesouro Nacional e tem um saldo restante a pagar de R$ 116 bilhões. Desse total, R$ 62 bilhões podem ser devolvidos até dezembro, com os R$ 54,2 bilhões restantes previstos para devolução em 2022.
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13/05 - INSS voltará a bloquear benefícios por falta de prova de vida; veja quando você precisa fazer a comprovação
Obrigatoriedade da prova de vida estava suspensa desde março de 2020, por conta da pandemia. Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) terão que voltar a fazer prova de vida para não terem seus benefícios bloqueados. Com a obrigatoriedade suspensa desde março do ano passado, por conta da pandemia, as provas de vida serão retomadas a partir de junho. Para essa retomada, o INSS estabeleceu um novo calendário, baseado no mês em que a comprovação de vida teria sido feito se não tivesse havido suspensão. Veja abaixo: Calendário retomada provas de vida Economia G1 Assim, quem tinha, por exemplo, que fazer a prova de vida em março e abril de 2020, deverá fazer até junho deste ano. Já quem tinha que provar que está vivo entre março e abril deste ano para continuar recebendo o benefício terá de fazer isso até dezembro para não ter os pagamentos bloqueados. O INSS alerta que, para os beneficiários que deveriam ter realizado a prova de vida por meio digital em fevereiro de 2020, o prazo para realizar a comprovação se encerra em 31 de maio. A prova de vida é obrigatória para os segurados do INSS que recebem seu benefício por meio de conta corrente, conta poupança ou cartão magnético. Anualmente, os segurados devem comprovar que estão vivos, evitando fraudes e pagamentos indevidos de benefícios. Realizada todos os anos, a comprovação de vida é exigida para a manutenção do pagamento do benefício. Para isso, o segurado ou algum representante legal ou voluntário deve comparecer à instituição bancária onde saca o benefício com documento de identificação. Em algumas instituições bancárias, esse procedimento já pode ser feito por meio da tecnologia de biometria direto nos terminais de autoatendimento. O procedimento, entretanto, deixou de ser exigido em março de 2020, entre as ações para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, e a medida vinha sendo prorrogada desde então. A rotina e obrigações contratuais estabelecidas entre o INSS e a rede bancária que paga os benefícios permanece e a comprovação da prova de vida deverá ser realizada normalmente pelos bancos. Prova de vida digital Desde agosto do ano passado, a prova de vida também pode ser feita por meio do aplicativo ou site Meu INSS por beneficiários com mais de 80 anos ou com restrições de mobilidade. A comprovação da dificuldade de locomoção exige atestado ou declaração médica. Nesse caso, todos os documentos são anexados e enviados eletronicamente. No dia 23 de fevereiro, o governo anunciou a ampliação da prova de vida digital, que está em projeto piloto desde agosto do ano passado, por meio de biometria facial. Na primeira etapa, participaram cerca de 500 mil beneficiários de todo o país. Agora participarão mais 5,3 milhões de segurados. A prova de vida deve ser feita pelo aplicativo meu-gov.br. Veja aqui o passo a passo da prova de vida digital no site do INSS Como se trata de um piloto, a prova de vida digital estará disponível apenas para os beneficiários selecionados e não para todos. Dessa forma, quem receber contato do INSS para participar do projeto terá acesso exclusivo ao serviço. Nesta nova etapa, os contatos com os segurados elegíveis já começaram a ser realizados pelo INSS por meio de mensagens enviadas por SMS e-mail. Esses segurados, em sua maioria, já deveriam ter realizado o procedimento da prova de vida ou tiveram o benefício suspenso antes da pandemia, por falta da fé de vida, portanto, é importante que realizem o procedimento se forem contatados pelo INSS. Para realizar a biometria facial, o INSS usará a base de dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e do Tribunal Superior Eleitoral. Foram selecionados, portanto, segurados que tenham carteira de motorista ou título de eleitor. O beneficiário que participar do piloto e realizar a prova de vida por biometria terá o procedimento efetivado, ou seja, não é um teste. A fé de vida valerá e o segurado não precisará se deslocar até uma agência bancária para o processo. O INSS pretende implantar a prova de vida digital para a maioria dos beneficiários e disponibilizar também no aplicativo Meu INSS para que o segurado escolha em qual deseja realizar o procedimento.
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13/05 - Lei determina afastamento de grávidas do trabalho presencial; entenda
Lei que entrou em vigor nesta quinta-feira estabelece regime de teletrabalho às trabalhadoras gestantes enquanto durar a pandemia. Bolsonaro sanciona lei que determina afastamento de grávidas do trabalho presencial O presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei 14.151, que garante regime de teletrabalho às trabalhadoras gestantes enquanto durar a pandemia. A norma foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (13) e já entrou em vigor. A lei estabelece ainda que a substituição do trabalho presencial pelo remoto para a trabalhadora grávida deverá ocorrer sem redução de salário. A empregada ficará à disposição da empresa para exercer as atividades em seu domicílio, por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho à distância. A lei é originada do PL 3.932/2020, de autoria da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC). De acordo com a Agência Senado, a senadora Nilda Gondim (MDB-PB), relatora do projeto, argumentou que o avanço da pandemia no país, com ampliação considerável do número de vítimas e de ocupação de UTIs hospitalares, levou à necessidade de se pensar em uma alternativa para reduzir os riscos à gestante e ao feto. A senadora ressaltou que atualmente o maior risco laboral para o trabalhador é a contaminação por Covid-19, e que o risco de complicações é ainda maior para as empregadas gestantes, que "necessita de cuidados especiais para a preservação de sua saúde e precisa adotar todas as medidas possíveis para a proteção da vida que carrega". Veja abaixo o que muda para a trabalhadora gestante: O que a lei determina para a trabalhadora grávida? A lei 14.151 estabelece o afastamento de atividades de trabalho presencial de funcionárias grávidas durante a pandemia. A empregada deverá ficar à disposição para exercer as atividades em seu domicílio, por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho à distância. Por quanto tempo esse afastamento das atividades presenciais vai durar? A lei estabelece que a funcionária gestante deve permanecer em trabalho remoto enquanto durar a emergência de saúde pública de importância nacional decorrente do novo coronavírus. Haverá mudança na remuneração da profissional gestante? A lei estabelece que a substituição do trabalho presencial pelo remoto para a trabalhadora grávida deverá ocorrer sem redução de salário. Qual o motivo para esse afastamento das atividades presenciais? O avanço da pandemia no país, com ampliação considerável do número de vítimas e de ocupação de UTIs hospitalares, levou à necessidade de se pensar em uma alternativa para reduzir os riscos à gestante e ao feto. Quais as consequências para as empresas? De acordo com o advogado Ricardo Calcini, professor de Direito do Trabalho da Pós-Graduação da FMU, não há impedimento para que haja a readequação das atividades exercidas no ambiente presencial para o trabalho à distância, e isso não significa alteração ilícita do contrato de trabalho. O empregador será obrigado a fazer essa readequação? Sim, a empresa deverá seguir o que determina a lei, de acordo com Calcini. E se a função que a gestante exerce não permitir o teletrabalho? Qual a alternativa? A alternativa é a suspensão do contrato de trabalho com base na Medida Provisória 1.045, que permite a redução da jornada e salário a suspensão dos contratos, além da estabilidade no emprego para os trabalhadores. Segundo Calcini, apesar de haver aparente conflito de normas, já que a lei 14.151 estabelece que a substituição do trabalho presencial pelo remoto deverá ocorrer sem redução de salário, não há impedimento para que os contratos de trabalho das gestantes sejam suspensos na forma da MP 1.045. E se a empresa não seguir essa determinação? Em caso de descumprimento, a trabalhadora deverá buscar a Justiça do Trabalho, informa Calcini.
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13/05 - Senadores da CPI da Covid veem ameaça em mensagem de Augusto Aras
Senadores da CPI da Covid receberam uma mensagem enviada pelo Procurador-Geral da República (PGR), Augusto Aras, em que afirma que a convocação da sub-procuradora Lindora Araújo, seu braço direito na PGR, para depor na comissão, seria “afronta sem precedentes na história”. A mensagem foi vista com estranheza e até como uma ameaça por senadores. Outros integrantes viram o movimento como uma tentativa de blindar Lindora. O relator, Renan Calheiros, que recebeu o texto de Aras, leu a mensagem na sessão da comissão desta quinta-feira (13), quando se discutiam requerimentos de convocação. Ana Flor sobre carta: 'Pfizer deu preferência ao Brasil e o governo jogou essa preferência fora' Na mensagem, a que o blog teve acesso, Aras afirma que membros do MPF e juízes não podem prestar depoimento sobre atividade fim. Ele se comprometeu a entregar todas as informações disponíveis na PGR à CPI. Além de Renan, o presidente da CPI, Omar Aziz, também recebeu a mensagem. Em CPIs anteriores, membros do MPF compareceram e prestaram depoimento. É o caso da CPI Mista do Banestado, em 2003, na qual o procurador Luiz Francisco Fernandes de Souza prestou depoimento.
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13/05 - Itália multa Google em 102 milhões de euros por abuso de posição dominante
Pena foi motivada pela recusa da empresa a aceitar em sua plataforma Google Play um aplicativo que permite localizar terminais de recarga para os carros elétricos, afirmou agência italiana. O logotipo do Google é visto em um dos complexos de escritórios da empresa em Irvine, Califórnia, nos Estados Unidos Mike Blake/Reuters/Arquivo A agência reguladora da concorrência na Itália anunciou nesta quinta-feira (13) uma multa de 102.084 milhões de euros (US$ 123,5 milhões) contra o Google por abuso de posição dominante. A multa foi motivada pela recusa da empresa a aceitar em sua plataforma Google Play um aplicativo que permite localizar terminais de recarga para os carros elétricos, afirmou a agência italiana em um comunicado. "Com o sistema operacional Android e a loja de aplicativos Google Play, Google tem uma posição dominante (...) É necessário recordar que na Itália quase 75% dos smartphones utilizam Android", completou a autoridade antimonopólio. Uma investigação da agência reguladora italiana apontou que o Google não autorizou o uso do app JuicePass, desenvolvido pelo grupo de energia italiano Enel, em seu sistema Android Auto. "O JuicePass oferece uma ampla gama de serviços para a recarga de veículos elétricos, que vão da busca de uma estação de recarga até a gestão do processo de recarga e a reserva de uma estação", afirmou o organismo italiano. Concorrente do Google Maps O aplicativo faz concorrência com o da gigante americana, Google Maps, que, no entanto, atualmente permite apenas procurar estações de recarga para veículos elétricos. "Google, ao negar a Enel X Itália (...) a disponibilidade do JuicePass no Android Auto, limitou injustamente as possibilidades dos usuários do aplicativo da Enel", afirmou a agência, que iniciou a investigação em maio de 2019. Neste contexto, a autoridade antimonopólio também impôs ao Google que disponibilize para a Enel X Itália e outras empresas que desenvolvem aplicativos "os instrumentos para a programação da apps que funcionem no Android Auto". Esta obrigação será controlada com a ajuda de um especialista independente da agência "a quem o Google deverá facilitar toda a colaboração e informação exigidas", conclui o texto. O que diz o Google Após o anúncio, o Google afirmou que "respeitosamente discorda da decisão", segundo um comunicado divulgado pela empresa. "A prioridade número 1 do Android Auto é garantir que os aplicativos podem ser utilizados de forma segura enquanto se dirige. É por este motivo que temos diretrizes estritas sobre os tipos de aplicativos suportados pelo sistema", completa a nota. O grupo afirma que há "milhares" de aplicativos compatíveis com o Android Auto e indica que examinará a documentação da agência reguladora italiana para "decidir os próximos passos". Entenda processo que o Google enfrenta nos EUA Veja 5 pontos sobre do processo contra o Google nos EUA
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13/05 - Pedidos de auxílio-desemprego caem nos EUA
Empresas têm tido dificuldades em encontrar mão de obra, e as dispensas estão em mínimas recordes. Menos norte-americanos entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego na semana passada, conforme as empresas mantêm seus funcionários em meio a uma crescente escassez de mão de obra que ajudou a conter o crescimento do emprego em abril. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 473 mil em dado ajustado sazonalmente na semana encerrada em 8 de maio, contra 507 mil na semana anterior, informou o Departamento do Trabalho dos EUA nesta quinta-feira (13). Economistas consultados pela Reuters projetava 490 mil pedidos na última semana. Embora as aberturas de empregos estejam em um recorde de 8,1 milhões e quase 10 milhões de pessoas estão oficialmente desempregadas, as empresas têm tido dificuldades em encontrar mão de obra. As dispensas estão em mínimas recordes. Benefícios generosos aos desempregados, temores de pegar Covid-19, pais que ficam em casa para cuidar das crianças e falta de matéria-prima, bem como aposentadorias relacionadas à pandemia e mudanças de carreira, são motivos que têm sido atribuídos a essa disparidade. A economia dos EUA criou 266 mil empregos em abril, depois de 770 mil em março, informou o governo na semana passada.
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13/05 - Sala-cofre da CPI da Covid já guarda 81 documentos
A CPI da Covid já recebeu 81 documentos secretos ou livres, que representam milhares de páginas, para análise da comissão. Os documentos estão na sala-cofre da CPI, que guardará toda a documentação protegida por sigilo. A informação foi confirmada ao blog pela relatoria da comissão. Os documentos serão analisados por servidores do Senado designados pela CPI e por dois funcionários do Tribunal de Contas da União (TCU) que foram cedidos para trabalhar na comissão. Segundo o presidente da CPI, Omar Aziz, mais da metade dos documentos são públicos, mas há informações prestadas à comissão e que têm proteção judicial. CPI da Covid: carta da Pfizer indica que governo Bolsonaro não priorizou vacinas Novos requerimentos de informação foram enviados a diversos órgãos do governo e, na medida em que forem entregues à CPI, serão guardados na mesma sala-cofre. A sala tem vigilância 24 horas e câmeras que registram entrada e saída. Apenas senadores da CPI têm acesso ao local, acompanhados de servidor da casa. Com os trabalhos remotos autorizados, documentos também podem ser consultados eletronicamente, em um sistema em que senadores precisam usar senha pessoal para acessar. Nesta quinta-feira (13), o senador Alessandro Vieira sugeriu que cada senador seja responsável por fazer uma triagem dos documentos que fez requerimento, para evitar a sobrecarga da relatoria da comissão.
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13/05 - Bovespa fecha em alta de 0,83%, de olho em CPI e em dados dos EUA
Nesta quarta-feira (13), o principal índice da bolsa avançou 0,83%, a 120.705 pontos. A bolsa de valores brasileira, a B3, fechou em alta de 0,83%, a 120.705 pontos, nesta quinta-feira (13). Ainda assim, o Ibovespa caminha para um desempenho semanal negativo superior a 1% até o momento. Neste pregão, os investidores ficaram atentos aos temores globais sobre a inflação norte-americana e a mais um dia de depoimentos na CPI da Covid. Com o resultado, o Ibovespa acumula avanço de recuo de 1,09% na semana. No mês e no ano, o índice tem valorização de 1,52% e de 1,42%, respectivamente. Veja mais cotações. Cenário O humor dos mercados piorou depois que uma alta nos preços ao consumidor em abril nos Estados Unidos levantou preocupações de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) possa elevar os juros mais cedo do que o esperado. Na China, os preços do minério de ferro desabaram quase 10% nesta quinta após uma sequência de altas que levou os preços a máximas históricas nos últimos dias. Por aqui, o Banco Central divulgou mais cedo que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), recuou 1,59% em março na comparação com o mês anterior. Com o resultado, o índice encerrou o primeiro trimestre deste ano com alta de 2,30% sobre os últimos três meses de 2020. Variação do Ibovespa em 2021 G1
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13/05 - Desemprego no Brasil da pandemia: doutor em engenharia espacial vende doces
Número de subutilizados com ensino superior cresceu 43% entre 2019 e 2020. Número de subutilizados com ensino superior cresceu 43% entre 2019 e 2020 GETTY IMAGES/STEVE PREZANT "Tenho só uma palavra para definir o que eu sinto: frustração. Estudar, estudar, tentar e não conseguir nada. Você se sente como um incapaz." A afirmação é de Maycol Vargas, de 33 anos e graduado em engenharia aeronáutica, com mestrado e doutorado em engenharia e tecnologia espaciais, na área de combustão e propulsão, pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Depois de defender sua tese no início de 2020, o morador de Pindamonhangaba, no interior de São Paulo, se viu desempregado com doutorado. "Mandei currículo até para auxiliar de serviços gerais, mas está difícil. Montei um negócio próprio e estou fazendo doces, porque eu estava sem nenhuma renda. Isso me rende uns R$ 400, R$ 500 por mês, no máximo. Um profissional da minha área normalmente ganha na faixa de R$ 13 mil a R$ 15 mil." Maycol é um dos milhões de profissionais brasileiros qualificados e subutilizados em meio à pandemia do coronavírus. Entre o quarto trimestre de 2019 e igual período de 2020, o número de trabalhadores com ensino superior subutilizados passou de 2,5 milhões para 3,5 milhões, um aumento de 43%. Na população em geral, considerando todos os níveis de qualificação, os subutilizados passaram de 26,1 milhões a 32 milhões nesse mesmo intervalo, crescimento de 23%. Desemprego sobe para 14,4% e atinge recorde de 14,4 milhões de brasileiros Apenas 15% conseguem emprego na área em até 3 meses após formatura, diz pesquisa Quem são os subutilizados A subutilização da força de trabalho é um indicador mais amplo do que a desocupação. Além dos desempregados, a subutilização também inclui aqueles que estão trabalhando menos horas do que gostariam; que desistiram de procurar emprego (os chamados desalentados); ou que gostariam de trabalhar, mas por algum motivo - como ter que cuidar dos filhos que estão fora da escola ou de idosos, por exemplo - não estavam disponíveis. "A taxa de desemprego é uma medida super importante, mas ela deixa de fora todas essas pessoas que também estão numa situação de insatisfação com a situação de trabalho delas", explica Ana Tereza Pires, pesquisadora da consultoria IDados e autora do levantamento, elaborado a partir de dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). "A subutilização é um retrato mais amplo do mercado de trabalho e dessa ineficiência em alocar todo mundo que tem potencial de trabalhar dentro da força de trabalho", acrescenta a economista. "Especialmente nessa época de pandemia, essa é uma medida muito importante, porque muita gente desistiu de procurar trabalho ou estava procurando emprego, mas ficou indisponível para trabalhar, como no caso das mães. Então esse indicador dá conta de um contingente maior de brasileiros num momento de crise." Taxa de desocupação dos trabalhadores com ensino superior passou de 5,6% para 6,9% entre o quarto trimestre de 2019 e igual período de 2020 RUNSTUDIO/GETTY IMAGES O desemprego para quem tem ensino superior A taxa de desocupação entre os trabalhadores com ensino superior é historicamente mais baixa do que a dos trabalhadores em geral. Entre o quarto trimestre de 2019 e igual período de 2020, ela passou de 5,6% para 6,9%, aumento de 1,3 ponto percentual. Nesse mesmo intervalo, a taxa de desemprego para a população em geral subiu de 11% para 13,9%, um aumento de 2,9 ponto percentual. A diferença histórica no nível de desocupação entre os mais e os menos qualificado se explica pela parcela ainda relativamente pequena de pessoas com ensino superior no país. Segundo o IBGE, no quarto trimestre de 2020, apenas 16,5% da população brasileira em idade de trabalhar havia concluído o nível superior. Como esse profissionais mais qualificados são relativamente escassos no país, em geral, eles têm mais facilidade de encontrar uma vaga no mercado de trabalho. "Olhando a taxa de desemprego entre o final de 2019 e o final de 2020, ela cresceu muito no mercado de trabalho como um todo. Para quem tem ensino superior, houve um crescimento, mas não muito elevado", observa a pesquisadora do IDados. "Isso poderia levar a crer que os trabalhadores com ensino superior não foram muito afetados pela crise decorrente da pandemia. Mas, quando olhamos para a subutilização, fica claro que as pessoas com ensino superior estão bastante representadas." Desemprego atinge recorde de 14,4 milhões de brasileiros no trimestre terminado em fevereiro Por que a subutilização aumentou entre os mais qualificados A economista avalia que os mais instruídos foram menos afetados pelo desemprego na pandemia devido à maior possibilidade desses trabalhadores de fazerem home office. Segundo dados da pesquisa Pnad Covid-19 referentes a novembro de 2020 (o último dado disponível, posto que a pesquisa foi descontinuada pelo IBGE), dos 7,3 milhões de pessoas que estavam trabalhando de forma remota naquele mês, 76% tinham ensino superior completou ou pós-graduação. Estudo aponta que 76% dos trabalhadores em home office completaram o ensino superior "Muitos dos trabalhadores com ensino superior que saíram da força de trabalho não foram para o desemprego, foram direto para a inatividade. Não foram procurar emprego, seja por terem uma situação econômica melhor e poderem esperar uma melhora do mercado, ou por terem que cuidar da casa e dos filhos, no caso das mulheres." O IBGE só considera como "desempregado" quem efetivamente procurou emprego no período recente. Das três categorias de subutilização dos trabalhadores com ensino superior analisadas pela pesquisadora, o número de trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas cresceu 13%; o número de desocupados aumentou 33%; e o contingente de pessoas na chamada força de trabalho potencial (que inclui os desalentados e os indisponíveis) mais do que dobrou, com um avanço de 138% entre o fim de 2019 e o de 2020. Marianna Rodrigues Martelo, de 27 anos, se formou em odontologia em dezembro de 2020, mas ainda não conseguiu emprego na área Arquivo pessoal O drama dos recém-formados Um grupo importante desses trabalhadores subutilizados com ensino superior são os recém-formados. Historicamente no Brasil, o desemprego sempre foi maior para a população mais jovem, de todos os níveis de instrução. Isso porque o mercado costuma exigir uma experiência que esses trabalhadores não têm. "Muitos dos que acabaram de se formar podem ter optado por não sair para procurar emprego agora, porque sabem que a dificuldade é muito grande. Então eles acabam entrando nessa força de trabalho potencial", explica Pires. Marianna Rodrigues Marcelo, de 27 anos, tem vivido na pele essa realidade. A moradora de Guarulhos (SP) se formou na faculdade de odontologia em dezembro de 2020, mas ainda não conseguiu encontrar um emprego na área. "Já devo ter mandado pelo menos 100 currículos, só hoje mandei uns 20", conta Marianna. "A maioria das vagas pede experiência e que se tenha pelo menos um ou dois anos de formado. Isso complica, porque eu sou recém-formada", afirma. "A pandemia também pode estar dificultando, porque diminuiu a oferta de vagas, já que a economia não está girando corretamente." Os empregadores que estão trabalhando menos do que gostariam Um outro grupo relevante de pessoas qualificadas e subutilizadas na pandemia são os empregadores que estão trabalhando menos do que gostariam, devido às restrições ao funcionamento de empresas, particularmente no setor de serviços. Renata Dornelles da Cruz (centro) e suas sócias Priscilla e Cassiana Alves da Silva, donas do salão de beleza Africaníssimas, em São Leopoldo (RS): na pandemia, Renata tem dedicado apenas duas manhãs por semana ao negócio Arquivo pessoal "Há um número muito alto entre os subutilizados qualificados na pandemia de pessoas que são chefes de família e homens e mulheres brancos, que geralmente não ficam fora da força de trabalho e agora passaram a ficar", observa Pires, do iDados. "Então isso pode estar relacionado a esses pequenos empresários que acabaram fechando ou dando um tempo nos seus negócios até a coisa melhorar ou cujas empresas não estão produzindo tanto quanto poderiam." Conforme o levantamento, 41% dos trabalhadores qualificados e subutilizados eram chefes de família no quarto trimestre de 2020 e 58% eram brancos. A empresária Renata Dornelles da Cruz, de 38 anos e moradora de São Leopoldo (RS), não é branca, mas é um exemplo desses pequenos empresários que estão trabalhando menos do que gostariam na pandemia. São os chamados subutilizados por insuficiência de horas trabalhadas. Formada em turismo e jornalismo, com especialização em Moda, Criatividade e Inovação pelo Senac, Renata é proprietária, ao lado de duas sócias, do salão de beleza especializado em cabelo afro Africaníssimas. Com a queda de movimento devido às restrições impostas pelo coronavírus e sem conseguir renegociar o aluguel, em março deste ano, as sócias tiveram de devolver o espaço que ocupavam numa galeria na região central de São Leopoldo e instalaram o salão num imóvel próprio no bairro mais afastado de Cohab Feitoria. "Antes eu ia ao salão todo dia. No ano passado, passei a ir no máximo duas vezes por semana e ficar só meio turno, para deixar mais espaço para as clientes e porque moro com meus pais que são grupo de risco", conta Renata, que cuida do marketing, das redes sociais e da gestão financeira da empresa. "Esse ano, com a mudança de endereço, estou totalmente em modo remoto. Como não tem mais tantos clientes, não tenho mais tanto conteúdo para produzir. Antes eu trabalhava com as tarefas do salão todos os dias, de segunda a sábado, quando não domingo. Agora, resolvo tudo em duas manhãs", relata, quanto à redução das suas horas de trabalho. Os efeitos para a economia como um todo Apesar de as histórias de desemprego e subutilização entre os mais qualificados serem menos dramáticas do que entre os menos qualificados, que em geral são a população de baixa renda, a perda de rendimentos entre os mais escolarizados tem efeito sobre a economia como um todo. Isso porque são esses trabalhadores que recebem a maior parcela da massa de rendimentos do país - a massa de rendimentos é a soma de todos os salários. Com isso, eles também são responsáveis pela maior parte do consumo, movimentando a economia. "Quem tem ensino superior no Brasil não é a maioria, mas sem dúvida é quem concentra a maior quantidade de renda e quem mais acaba demandando produtos e serviços", explica a pesquisadora do IDados. "Por exemplo, o serviço de empregada doméstica e serviços não essenciais como salão de beleza e restaurantes, são muito mais demandados por pessoas com ensino superior e maior nível de renda. Então esses serviços acabam sendo afetados", diz Pires. Segundo estudo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) publicado ao fim de abril, entre o quarto trimestre de 2019 e igual período de 2020, o contingente de trabalhadores domésticos do Brasil diminuiu de 6,4 milhões para 4,9 milhões, o que representa 1,5 milhão de pessoas a menos prestando esse tipo de serviço. "Todo o cenário econômico nesse momento está condicionado ao combate à pandemia e à estratégia de vacinação", avalia a economista. "Se tivermos uma campanha de vacinação efetiva, os mais qualificados vão voltar a trabalhar como antes, já que eles no geral são mais demandados. Mas é difícil traçar um cenários quando as estratégias de vacinação estão tão incipientes", conclui.
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13/05 - Elon Musk: por que a Tesla desistiu de aceitar bitcoins como pagamento por carros
Musk disse que as criptomoedas são uma boa ideia, mas não podem prejudicar o ambiente. Elon Musk disse que as criptomoedas não podem ser acompanhadas de grande custo ambiental. Getty Images via BBC A montadora de veículos elétricos Tesla suspendeu as compras de seus carros com uso da criptomoeda bitcoin por causa de preocupações ambientais. A cotação do bitcoin caiu mais de 10% depois que o CEO da Tesla, Elon Musk, anunciou a medida. Na manhã da quinta-feira (13/05) , 1 bitcoin valia R$ 263,4 mil. As ações da montadora caíram em torno de 5%. SAIBA MAIS: Bitcoin desaba após Elon Musk anunciar que Tesla vai suspender vendas com a criptomoeda "Estamos preocupados com o rápido aumento do uso de combustíveis fósseis para a mineração e as transações de bitcoin, especialmente o carvão, que tem as piores emissões de qualquer combustível", escreveu Musk. "Criptomoeda é uma boa ideia... Mas isso não pode ter um grande custo para o meio ambiente." Em março, quando a criptomoeda passou a ser aceita pela Tesla como forma de pagamento, parte dos investidores e ambientalistas fez duras críticas à decisão. Musk também afirmou que a empresa não venderá nenhuma parcela do US$ 1,5 bilhão (quase R$ 8 bilhões) em bitcoins que adquiriu em fevereiro deste ano, e que pretende usar esses recursos para transações assim que a mineração de bitcoins passar a usar energia mais sustentável. Bitcoin: Saiba o que é e como funciona a mais popular das criptomoedas SAIBA MAIS: Jeff Bezos é considerado o homem mais rico do mundo pelo 4º ano seguido; Musk fica em 2º lugar Mineração é o nome dado ao processo pelo qual a criptomoeda é gerada a partir de diversos cálculos feitos por computadores verificando transações feitas por pessoas que enviam ou recebem bitcoins. Esse processo envolve solucionar enigmas, os quais, embora não integralmente validem o ir e vir das criptomoedas, oferecem mais proteção contra fraudes no registro das transações. Como recompensa, os mineradores costumam receber pequenas quantias de bitcoin, no que é muitas vezes comparado a uma loteria. Pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido afirmam que esses processos consomem cerca de 121,36 terawatt-horas (TWh) por ano, uma quantidade que não tende a cair, a não ser que o valor da criptomoeda despenque. Vale destacar que um terawatt equivale a 1 bilhão de kilowatts, e esse total é maior do que o consumo inteiro da Argentina, país de 45 milhões de habitantes. SAIBA MAIS: por que o Bitcoin consome tanta energia? Initial plugin text De olho nos investidores No mês passado, a Tesla anunciou que os lucros no primeiro trimestre do ano foram de US$ 438 milhões (R$ 2,3 bilhões), alta de US$ 16 milhões relação ao ano anterior, impulsionados pelas transações com bitcoins e créditos ambientais. Para analistas de mercado entrevistados pela BBC, a mudança ocorre como uma tentativa da Tesla de amenizar as preocupações de investidores focados no aquecimento global e na sustentabilidade. "As questões de governança ambiental, social e corporativa (ESG, na sigla em inglês) são agora uma grande motivação para muitos investidores. A Tesla, sendo uma empresa com foco em energia limpa, parece querer atuar melhor na área ambiental de ESG", disse Julia Lee, da Burman Invest, à BBC. "Mas céticos podem dizer que este é apenas mais um movimento de Elon Musk para influenciar o mercado de criptomoedas, como ele fez em tantas outras ocasiões." O Bitcoin, aqui representado em moeda ilustrativa, atingiu seu recorde histórico ao ultrapassar a marca dos US$ 20 mil em dezembro de 2020. AFP via BBC Musk tem sido um dos maiores defensores das criptomoedas, tuitando diversas vezes sobre bitcoins e a outrora obscura moeda digital Dogecoin. Seus tuítes nos últimos meses ajudaram a transformar as dogecoins, que começaram como uma piada de mídia social, na quarta maior criptomoeda do mundo. Quais são as preocupações climáticas em torno do bitcoin? Como explicado acima, os bitcoins são gerados por mineradores usando computadores de alta potência para competir entre si e resolver quebra-cabeças matemáticos complexos. É um processo de uso intensivo de energia que geralmente depende da eletricidade gerada com combustíveis fósseis, principalmente carvão. O domínio dos mineradores de bitcoin na China e a falta de incentivo para mudar de combustíveis fósseis baratos para fontes de energia renováveis ​​mais caras podem significar que há poucas soluções rápidas para as preocupações em torno do consumo energético e das emissões de poluentes ligadas ao bitcoin. A mineração de bitcoins produz grandes custos de energia. Getty Images via BBC Para David Gerard, autor de um livro sobre a criptomoeda, uma potencial solução seria cobrar taxas de carbono sobre as criptomoedas. "Bitcoins são literalmente anti-eficientes. Não adianta ter hardwares mais eficientes para a mineração. Eles só estarão competindo com outros hardwares eficientes. Isso significa que o uso energético da bitcoin e sua produção de CO2 só crescem. É muito ruim que toda essa energia seja literalmente desperdiçada em uma loteria." Para aumentar os lucros, pessoas em geral conectam grandes números de mineradores à rede. Isso, é claro, usa bastante eletricidade, uma vez que os computadores trabalham quase constantemente para resolver os enigmas. A China é responsável por mais de 75% da mineração de bitcoins em todo o mundo, de acordo com pesquisas recentes. E as pegadas de carbono da criptomoeda são tão grandes quanto as de uma das 10 maiores cidades da China, concluiu um estudo. Isso ocorre porque os mineradores tendem a usar eletricidade produzida com combustíveis fósseis, principalmente carvão, na maior parte do ano, mudando apenas para energias renováveis, principalmente hidrelétricas, durante os meses chuvosos de verão. Por outro lado, apoiadores do bitcoin argumentam que o sistema financeiro tradicional, com milhões de trabalhadores e computadores em escritórios com ar-condicionado, também usa grandes quantidades de energia elétrica, que muitas vezes é produzida a partir de combustíveis fósseis. *Com informações dos jornalistas Peter Hoskins e Cristina Criddle, da BBC. Infográfico explica mineração de bitcoins. Wagner Magalhães/Arte G1 Conheça algumas curiosidades sobre Elon Musk
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13/05 - Dólar fecha em alta com investidor de olho na inflação nos EUA
Nesta quinta-feira, moeda norte-americana avançou 0,14%, a R$ 5,3118. Notas de dólar Reuters/Dado Ruvic O dólar fechou em alta nesta quinta-feira (13), com os investidores ainda atentos aos temores globais de aumento da inflação nos Estados Unidos e avaliando indicadores da atividade econômica no Brasil. A moeda norte-americana subiu 0,14%, cotada a R$ 5,3118. Veja cotações. Na quarta-feira, o dólar fechou em alta de 1,57%, cotado a R$ 5,3043. Na parcial do mês, ainda tem queda de 2,19%. No ano, o avanço é de 2,40%. Cenário A alta nos preços ao consumidor em abril nos Estados Unidos levantou preocupações de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) possa elevar os juros mais cedo do que o esperado. Nesta quinta, o Departamento de Trabalho dos EUA informou que o número de novos pedidos de seguro-desemprego totalizaram 473 mil em dado ajustado sazonalmente na semana encerrada em 8 de maio, contra 507 mil na semana anterior. Na China, os preços do minério de ferro desabaram quase 10% nesta quinta após uma sequência de altas que levou os preços a máximas históricas nos últimos dias. Já os preços do petróleo recuavam cerca de 2%. Por aqui, o Banco Central divulgou que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), recuou 1,59% em março na comparação com o mês anterior, resultado melhor do que a expectativa em pesquisa da Reuters de contração de 3,75%. Com o resultado, o índice encerrou o primeiro trimestre deste ano com alta de 2,30% sobre os últimos três meses de 2020. Apesar das preocupações com a elevação da inflação e da curva de juros nos EUA, analistas têm avaliado que o real ainda deve continuar se beneficiando da alta das commodities e dos aumentos de juros pelo Banco Central em 2021, o que tende a contribuir para o fluxo de dólares para o país. Para o estrategista-chefe do banco Modalmais, Felipe Sichel, uma retomada definitiva da economia brasileira continua dependendo da vacinação acelerada. "Esperamos início da retomada da atividade nos indicadores de abril em consequência da reabertura da economia. O risco central para o final do segundo trimestre permanece em torno da pandemia, que dá sinais de estabilidade na quantidade de novos casos", avaliou. Susto com inflação nos EUA derruba mercado financeiro pelo mundo Variação do dólar em 2021 Economia G1
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13/05 - 'Prévia' do PIB do Banco Central indica alta de 2,3% no 1º trimestre de 2021
Somente em março, porém, foi registrada uma queda de 1,59% no nível de atividade, interrompendo uma série de 10 meses de alta. Divulgação oficial do PIB será feita pelo IBGE em 1º de junho. O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central, considerado uma "prévia" do Produto Interno Bruto (PIB), teve alta de 2,30% entre janeiro e março deste ano, em comparação aos três últimos meses do ano passado. O número foi divulgado nesta quinta-feira (13) e calculado após ajuste sazonal, uma espécie de "compensação" para comparar períodos diferentes. No último trimestre do ano passado, o aumento foi de 3,17%. Quando a comparação é feita com o resultado do primeiro trimestre de 2020, o IBC-Br indica uma alta de 2,27% (sem ajuste sazonal). Em 2021, a economia brasileira iniciou o ano em expansão, mas com desaceleração no ritmo de crescimento da atividade econômica no primeiro trimestre. O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O IBC-BR do Banco Central é um indicador criado para tentar antecipar o resultado do PIB, mas os números oficiais do PIB do primeiro trimestre serão divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) somente em 1º de junho. Em 2020, por conta da pandemia do coronavírus, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil tombou 4,1%, registrando a maior contração desde o início da série histórica atual do IBGE, iniciada em 1996. Os economistas das instituições financeiras projetaram, na semana passada, uma alta de 3,21% para o resultado do PIB e 2021; Em março, o governo brasileiro manteve a expectativa de crescimento do PIB em 3,2% em 2020. Para o Banco Central, a economia crescerá 3,6% neste ano. Queda em março Apesar da alta do PIB nos três primeiros meses deste ano, o resultado de março foi negativo. Segundo o Banco Central, o nível de atividade, medido pelo IBC-Br, registrou queda de 1,59% no mês retrasado. Com isso, foi interrompida uma sequência de dez meses de crescimento - registrada entre maio do ano passado e fevereiro de 2021. Na comparação com março de 2020, o IBC-Br registrou uma expansão de 6,26%, segundo o Banco Central. No acumulado dos 12 meses até março de 2021, porém, houve queda de 3,37% – sem ajuste sazonal. Com a queda registrado em fevereiro, o IBC-Br atingiu 140,16 pontos. Mesmo assim, permaneceu acima do patamar registrado antes da pandemia (139,96 pontos em fevereiro de 2020). Pandemia O resultado do nível de atividade acontece em meio à pandemia do novo coronavírus, que começou a atingir a economia de forma mais intensa em março do ano passado. A partir de maio de 2020, os indicadores começaram a mostram uma retomada da produção e das vendas, e os números oficiais confirmaram a saída do cenário recessivo. Para tentar evitar um impacto maior da pandemia do PIB e auxiliar os desassistidos, o governo Bolsonaro anunciou, no ano passado, uma série de medidas - com impacto de R$ 524 bilhões nos gastos públicos. De fevereiro deste 2021 em diante, porém, a economia tem sido atingida pela segunda onda do coronavírus, que gerou um maior nível de distanciamento social por conta do aumento de contaminações e de mortes. PIB X IBC-Br Os resultados do IBC-Br são considerados uma "prévia do PIB". Porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do Produto Interno Bruto. O cálculo dos dois é um pouco diferente – o indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos, mas não considera o lado da demanda (incorporado no cálculo do PIB do IBGE). O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária. Com a alta recente da inflação, o Banco Central promoveu, em março, o primeiro aumento da taxa básica de juros em quase seis anos, de 2% para 2,75% ao ano. Na semana passada, o BC elevou novamente a taxa básica, que avançou para 3,5% ao ano, e indicou que a taxa deve subir para 4,25% ao ano em meados de junho. Os analistas das instituições financeiras estimam que a taxa subirá mais nos próximos meses, atingindo 5,5% no fim de 2021, e 6,25% no fim de 2022. VÍDEOS: notícias sobre economia
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13/05 - Preços do minério de ferro na China caem quase 10% após sequência de altas
Commodity acumulava ganhos de 23% em maio até quarta-feira (12). Preços do petróleo também recuam. Os preços de ferrosos na China caíram nesta quinta-feira (13), liderados pelos contratos de referência do minério de ferro, que chegaram a desabar até 9,5% com uma pausa dos participantes do mercado após uma sequência de altas que levou os preços a máximas históricas nos últimos dias. O contrato mais negociado do minério de ferro na bolsa de commodities de Dalian, para entrega em setembro, encerrou em baixa de 7,5%, a 1.217 iuanes por tonelada (188,66 dólares), após tocar 1.190 iuanes mais cedo na sessão. A queda acabou com um rali que já durava cinco sessões. Os preços do minério de ferro na bolsa de Dalian acumulavam ganhos de 23% em maio até quarta-feira, em meio a uma época de pico na demanda, preocupações com cortes de produção siderúrgica que impulsionaram os preços do aço e temores com inflação que alimentaram compras especulativas. "Nós não vemos um aperto extremo no mercado de minério de ferro, nem agora nem no futuro. Nós vemos pouco suporte para o preço subir para essas máximas, acima do custo do produtor marginal no mercado", disse Erik Hedborg, analista da CRU, em nota. O vergalhão de aço usado em construções negociado na bolsa de Xangai viu o contrato para entrega em outubro recuar 2,9%, para 5.915 iuanes por tonelada. Petróleo Os preços do petróleo também recuavam nesta quinta-feira, à medida que a crise gerada pelo coronavírus na Índia se agravava e com a retomada de operações de um importante oleoduto nos Estados Unidos, que encerraram um rali que levou as cotações a máximas de oito semanas após projeções de retomada na demanda. O petróleo Brent recuava 1,74 dólar, ou 2,51%, a 67,58 dólares por barril, às 8h22 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos caía 1,73 dólar, ou 2,62%, a 64,35 dólares por barril. Na sessão anterior, o Brent havia subido 1%, enquanto o barril nos EUA havia ganho 1,2%. Susto com inflação nos EUA derruba mercado financeiro pelo mundo
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13/05 - Ambev abre 308 vagas de emprego para ampliar área de tecnologia; veja lista
Candidatos de todo o Brasil podem participar do processo seletivo; entre as modalidade de trabalho estão remoto, presencial e híbrido. Fábrica da Ambev em Jaguariúna (SP) Marcelo Brandt/G1 A Ambev está com 308 vagas de emprego abertas para profissionais de tecnologia, com destaque para 130 oportunidades em desenvolvimento de software. A empresa possui escritórios em Jaguariúna (SP), Campinas (SP), São Paulo (SP), Blumenau (SC) e Maringá (PR). Veja, abaixo, a relação de vagas. Entre as modalidades de trabalho oferecidas, presencial, remota e híbrida são opções para os colaboradores. Por isso, candidatos de todo o Brasil podem participar do processo seletivo. A seleção é online e os interessados em se candidatar podem se inscrever pelo site da empresa. Vagas abertas Desenvolvimento de software - 130 vagas Arquitetura de software - 24 vagas Dados & Analytics - 25 vagas Produto/negócio - 27 vagas Infraestrutura - 30 vagas Design - 17 vagas QA - 15 vagas Agilidade - 10 vagas DevOps - 9 vagas Gestão - 21 vagas A Ambev informou que vem investindo em tecnologia após experiências positivas com a criação de um aplicativo que entrega cerveja e também com vendas através do e-commerce na pandemia. Fábrica da Ambev em Jaguariúna (SP) Marcelo Brandt/G1 VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e Região Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas
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13/05 - Auxílio Emergencial: Caixa antecipa pagamentos da 2ª parcela do benefício
Início dos pagamentos será dia 16 de maio, como previsto, mas todos os beneficiários receberão a parcela ainda no mês de maio; previsão anterior era de que pagamentos fossem até 16 de junho. A Caixa Econômica Federal (CEF) vai antecipar os pagamentos da segunda parcela do Auxílio Emergencial para os trabalhadores fora do Bolsa Família, segundo comunicado divulgado nesta quinta-feira (13). Para quem faz parte do Bolsa, o calendário não muda. Terei direito? Quanto vou receber? Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Veja como saber se você vai receber Saiba como contestar se você teve o beneficio negado Beneficiário precisa estar com o CPF regular; saiba como fazer SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Os pagamentos começarão no dia 16 de maio para os beneficiários nascidos em janeiro – como previsto no calendário original – mas serão antecipados para os nascidos nos demais meses. Dessa forma, os pagamentos, que deveriam seguir até dia 16 de junho, serão encerrados em 30 de maio, quando os trabalhadores nascidos em dezembro receberão a segunda parcela. VÍDEO: Auxílio Emergencial 2021 - entenda as regras da nova rodada Com a mudança, a Caixa também vai antecipar o calendário de liberação de saques e transferências da 2ª parcela do auxílio para este público, que agora irá de 31 de maio a 17 de junho – antes, as liberações estavam previstas para acontecer entre 8 de junho e 8 de julho. Veja as novas datas nos calendários abaixo: Antecipação do auxilio Reprodução/CEF calendário de saques segunda parcela Reprodução/CEF
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13/05 - Emprego: Veja as vagas oferecidas em Petrolina, Araripina e Salgueiro nesta quinta
Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio. Valdecir Galor/SMCS Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta quinta-feira (13) em Petrolina, Araripina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE
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13/05 - Tira dúvidas do IR 2021: plano de saúde, importação de dados, imóvel não declarado
Especialista em imposto de renda da consultoria EY, Antonio Gil, vai responder todas as semanas, durante todo o prazo de declaração, a 15 perguntas dos leitores. O prazo para fazer a declaração do Imposto de Renda 2021 vai foi prorrogado até 31 de maio – e com ele seguem as dúvidas dos contribuintes. Para ajudar nessa tarefa, a pedido do G1, o especialista em imposto de renda da consultoria EY, Antonio Gil, vai responder todas as semanas, durante todo o prazo de declaração, a 15 perguntas dos leitores. Serão 3 perguntas por dia, de segunda a sexta. Tem alguma dúvida? Mande sua pergunta e veja as já respondidas SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2021 1) Pergunta: Posso declarar o plano de saúde que pago para a empresa que trabalho? Eu declaro a empresa, ou a operadora do plano de saúde? (Patricia Santos) Resposta: Sim. O valor pago durante o ano pelo plano de saúde deve ser declarado na ficha de “Pagamentos efetuados”. É necessário colocar a razão social do Plano de Saúde, assim como o CNPJ e o valor pago. Geralmente essas informações são incluídas no informe de rendimentos anual emitido pelo seu empregador. 2) Pergunta: Tem como importar os dados da declaração anterior, feita em PC/Windows, para smartphone IOS, sem precisar digitar tudo? (Ruben Nicolau Luft) Resposta: Se você tiver no seu celular o arquivo da declaração de 2020, selecione a opção " Iniciar com a declaração do ano anterior". Quem a fez pelo computador pode transferir o arquivo DBK para o dispositivo por meio de cabo, e-mail ou Bluetooth e realizar a busca pelo arquivo manualmente. Com esse arquivo, vários campos do aplicativo já serão preenchidos. 3) Pergunta: Como declarar um imóvel financiado que não foi informado nas declarações anteriores? (Adriana de Paula) Resposta: Recomendamos que seja feita a retificação das declarações anteriores para inclusão do imóvel na ficha de bens e direitos, com os respectivos valores referentes ao financiamento, incluindo taxas e juros pagos durante cada ano. Lembrando que é possível retificar a declaração dos últimos 5 anos. Imóveis financiados são declarados pelo seu custo de aquisição, ou seja, pelo valor que vai sendo pago pelo mesmo, acrescido portanto ano a ano, até a sua quitação. Assista as últimas notícias sobre o Imposto de Renda Assista as últimas notícias sor
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13/05 - Eletrobras registra lucro de R$ 1,6 bilhão no 1º trimestre, alta de 31%
Receita operacional líquida teve crescimento de 8%, para R$ 8,2 bilhões. Logo da Eletrobras, em prédio da estatal no Rio de Janeiro Pilar Olivares/Reuters A Eletrobras registrou lucro líquido de R$ 1,6 bilhão no primeiro trimestre, valor 31% superior ao mesmo período de 2020, segundo balanço divulgado na noite desta quarta-feira (13), apoiada por melhores resultados em seus negócios de transmissão após uma revisão tarifária e com influências dos índices de inflação que reajustam contratos. "O resultado do trimestre foi impactado positivamente pela receita de transmissão, em decorrência da Revisão Tarifária Periódica com efeitos a partir de julho de 2020, e negativamente pelas provisões para contingências, no valor de R$ 932 milhões", informo a estatal. O Ebitda (sigla em inglês para lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) apresentou crescimento anual de 11%, ficando em R$ 3,8 bilhões. Já a receita operacional líquida teve acréscimo de 8%, alcançando R$ 8,2 bilhões. A receita de geração da companhia atingiu 5,8 bilhões, perto dos 5,9 bilhões do ano anterior, enquanto em transmissão houve salto de 25% para 3,8 bilhões. Já os custos com pessoal, material, serviços e outros (PMSO) recuaram 5%, para R$ 2 bilhões. Do lado negativo, a estatal registrou aumentou nas provisões operacionais, para R$ 1,1 bilhão, ante R$ 392 milhões no ano anterior. Investimentos e dívida Os investimentos no período foram de R$ 519 milhões, alta de 58% frente aos R$ 329 milhões do ano anterior, mas bem abaixo dos R$ 1,29 bilhão orçados para o trimestre. A elétrica encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 20,56 bilhões, enquanto caixa e equivalentes somavam R$ 14,65 bilhões. A companhia informou que encerrou o trimestre com 83 Sociedades de Propósito Específico (SPEs) e tem a meta de chegar a 49 até o fim de 2021. O governo federal entregou no final de fevereiro ao Congresso Nacional uma medida provisória (MP) que busca acelerar a privatização da Eletrobras, mediante a capitalização da companhia. Estimativas dentro do governo são de que a venda do controle da estatal pode render à União cerca de R$ 100 bilhões. A Eletrobras detém 43% das linhas de transmissão do país, num total de 76.230 km, e é responsável por cerca de 29% da geração do Brasil, com 50.676 MW de capacidade instalada.
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13/05 - IR 2021: em vídeo, veja quais despesas com educação podem ser deduzidas
Especialista da EY, Antonio Gil dá dicas aos contribuintes. Para quem vai fazer a declaração no modelo completo, é importante incluir todas as despesas dedutíveis com saúde e educação: esses gastos são abatidos da renda recebida ao longo do ano, e reduzem o imposto devido – ou, se for o caso, aumentam a restituição recebida pelo contribuinte. O especialista da EY, Antonio Gil, explica quais despesas com educação podem ser incluídas na declaração para gerar abatimento. SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2021 Assista: IR 2021: Saiba quais gastos com educação podem ser deduzidos
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